A aula vai começar. Por favor, liga o teu telefone móvel.

São muitos os adolescentes que vivem agarrados ao seu smartphone. Através dele interagem com os colegas, partilham imagens ou notícias, povoam as redes e, às vezes, também falam. Com o tablet procuram os seus vídeos favoritos, experimentam jogos, retocam as fotos dos amigos, investigam novas apps e são capazes de pôr ordem na confusão de ícones do ecrã. Às vezes descarregam conteúdos inadequados, ignoram os direitos de autor, escudam-se no grupo para hostilizar alguém; parecem absorvidos pela internet, tornam-se estranhos frente aos adultos. A nuvem, não é país para velhos.

BYOD_tablet

Campanhas institucionais insistem sobre a necessidade de instruir os jovens no bom uso das novas tecnologias. Com debates na hora de tutoria, ou visitas da polícia municipal? Talvez. Mas a formação de cidadãs e cidadãos digitais não deveria resumir-se a algumas conversas. Parece que está a chegar  o momento BYOD.

BYOD (Bring your own device / tráz o teu próprio dispositivo) é um movimento que começou nas empresas e está a ampliar o seu raio de ação à educação.

Por que não incorporamos nas aulas a utilização dos telefones e tablets pessoais? É importante que os alunos estendam a utilização dos dispositivos digitais ao âmbito escolar, descobrindo que também admitem um uso “sério” através do qual se enriquecerá a sua compreensão de um mundo pleno de informação, tecnologia e comunicação. Naturalmente, também os docentes hão-de percorrer o caminho e aprender a desfrutar das possibilidades que oferece este novo cenário. Isso exige uma aposta decidida das autoridades educativas na formação, desde a preparação inicial dos futuros docentes até à formação continua. Afortunadamente, a rede ofrece-nos um bom apoio para começar; por exemplo um protocolo de implantacão de BYOD na escola  ou algumas aplicações que permitem a interação instantânea com o grupo, todos participando simultaneamente, com seguimento imediato.

BYOD_prohibidoNem tudo são vantagens, sem dúvida. O fenómeno BYOD comporta alguns problemas sérios: alguns estudantes não dispõem de dispositivos inteligentes; ficariam discriminados? por outro lado, as aplicações previstas pelo docente, serão sempre compatíveis com as distintas plataformas que utilizem os alunos? E dificultades logísticas: que acontece se alguém rouba ou danifica um aparelho? Uma exposição completa de possíveis objeções, com interessantes referências, pode-se encontrar neste link.

O debate está servido. Bom proveito.

[tradução livre]

Fonte.

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Por que aprender programação é tão crucial quanto saber ler

Mitchel Resnick é diretor do grupo Lifelong Kindergarten, do MIT Media Lab, que utiliza as novas tecnologias para promover experiências de aprendizagem criativas. Ele defende que a programação é uma das habilidades do século 21 e deveria ser tão importante quanto ler ou escrever. Segundo ele, em um mundo repleto de tecnologia, quem não aprender a programar será programado.

Para Michael, é importante aprender a codificar, não só pelas oportunidades de trabalho, mas pela possibilidade de ver o mundo de novas maneiras.

A programação seria um caminho para tornar as pessoas fluentes em novas tecnologias. Em sua palestra no evento Transformar 2014, organizado em parceria pelo Portal Porvir, Inspirare e Fundação Lemann, ele fala sobre a importância de desenvolver essa habilidade.

4 opções (de graça) para aprender programação

A boa notícia é que hoje existem diversas maneiras de pessoas de todas as áreas aprender programação. São iniciativas gratuitas como a Code Amademy, que ensinaonline leigos a programar; Hour of Code, movimento global que promove mutirões presenciais de ensino de programação; além da Code School e LearnCafe, com aulas virtuais que cobrem de HTML à Git.

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OS ESTUDOS SOBRE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL NO BRASIL E EM PORTUGAL: UMA ANÁLISE COMPARADA

OS ESTUDOS SOBRE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL NO BRASIL E EM PORTUGAL: UMA ANÁLISE COMPARADA Eliane Santana Dias Debus, Ana Margarida Ramos ISSN: 1414-4298 | E-ISSN: 1806-9142

OS ESTUDOS SOBRE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL NO BRASIL E EM PORTUGAL: UMA ANÁLISE COMPARADA
Eliane Santana Dias Debus, Ana Margarida Ramos
ISSN: 1414-4298 | E-ISSN: 1806-9142

O artigo apresenta uma análise comparativa dos estudos teórico-críticos sobre literatura infantil e juvenil realizados no Brasil e em Portugal, a partir de três momentos: anos de 1960/1970, 1980/1990, 2000/2010, com o objetivo de mapear o seu desenvolvimento e refletir sobre as alterações, as continuidades e avanços verificados nestes períodos.

por Eliane Santana Dias Debus e Ana Margarida Ramos

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Quatro e-books com orientações didáticas para a integração das TIC no ensino

O plano de capacitação docente argentino “Conectar Igualdad- ANSES, Escuelas de Innovación”, publicou quatro e-books orientados para a integração das TIC no ensino de distintas áreas curriculares: Língua e Literatura, Matemática, Ciências Sociais e Ciências Naturais. O que se pretende é fomentar, através de propostas concretas, o uso das TIC e assim fortalecer o ensino e a aprendizagem.

A disponibilidade de computadores nas escolas marca uma oportunidade para pensar na sua utilidade para o ensino e aprendizagem das distintas áreas curriculares. Qual é o seu aporte? De que maneira permitem melhorar a qualidade das aprendizagens? Como usá-los? Como fazer com que os alunos os usem? Como gerir uma classe em que se trabalha com computadores? (…) Todas as preguntas anteriores -e muitas outras- estão no foco das discussões didáticas actuais.

(…)

Faça o download dos e-books publicados até ao momento:

Lengua y Literatura y TIC

Matemática y TIC

Ciencias Sociales y TIC

Ciencias Naturales y TIC 

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Elaboração de trabalhos académicos APA 6ª edição (atualizado 2015)

Manual adaptado da APA 6ª edição para elaboração de trabalhos acadêmicos (teses e dissertações).

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Ideias para educar – 20 jogos para fazer com o seu filho

Pais&Filhos

Pais&Filhos

Entreter as crianças nas férias nem sempre é fácil. A pensar nisso mesmo, a PAIS&filhos disponibiliza, de forma gratuita, o e-book “Ideias para Educar”, que reúne algumas das melhores sugestões das suas revistas semestrais.

À distância de um  download, é possível saber, por exemplo, como envolver as crianças na criação de histórias improvisadas, através de um jogo, construir um avião com materiais reciclados ou criar um tabuleiro de damas ou xadrez. Para além de mil e uma outras sugestões para todas as idades e para todos os gostos.

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A arte de criar um livro

É necessário tempo e paixão para fazer um livro impresso e convertê-lo num objeto irresistível. Os livros impressos atraem-nos pela beleza de uma capa, a encadernação, o formato, ou a tipografía subtil dos títulos dos capítulos. Para a criação de um livro todos estes elementos materiais são necessários para que unidos criem a magia final que nos transmite o livro.  Neste vídeo vemos o processo completo de um livro do ponto de vista mais artesanal.

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