Bibliotecas e capacitação digital: a construção de comunidades digitais inclusivas

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(2015). [e-Book] After Access: Libraries & Digital Empowerment: Building Digitally Inclusive Communities. Chicago, ALA.

 

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Leitura social e comunidades de leitura

estudos

Burgos, M., C. Evans, et al. (2016). [e-Book] Sociabilités du livre et communautés de lecteurs : Trois études sur la sociabilité du livre. Paris, Éditions de la Bibliothèque publique d’information.

La lectura a menudo se considera una práctica solitaria y silenciosa. Esta imagen debe ser analizada de nuevo debido a que el acto de leer es un complejo conjunto de prácticas, también es lo que lo impulsa y prolonga, es decir, los discursos, las instituciones, las conversaciones. Habitualmente, los libros circulan entre miembros de la misma familia, amigos y colegas, vecinos y otras relaciones … Se prestan antes y después de ser leídos, los libros son una oportunidad para establecer intercambios, gestos y conversaciones. En torno al libro y la lectura se desarrollan la sociabilidad. Los estudios que contiene este volumen son un análisis de los dispositivos y los sitios donde el libro se comparte y se estimula la lectura y sus las prácticas discursivas, tanto de forma presencial de mano en mano , en clubes de lectura, restaurantes y bares, librerías bibliotecas o redes sociales.

Visto aqui.

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George Steiner e António Lobo Antunes, à conversa

A conversa entre o escritor português e George Steiner, promovida pela revista LER e o CLEPUL, disponível no canal do Youtube do CLEPUL. Dia histórico, esse de 9 de Outubro de 2011, em Cambridge.

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Bot: o que é e para que serve

bot

Este software de inteligência artificial consegue automatizar tarefas rotineiras. Facebook e Microsoft prometem investir em força nesta tecnologia nos próximos anos.

por Paulo Matos (jornalista)

Apesar de já existirem há muito, os bots vieram recentemente para a ribalta, uma vez que tanto Facebook como Microsoft revelaram que vão apostar forte nesta tecnologia nos próximos anos. Algo que fez várias pessoas levantar o sobrolho e perguntar: mas, afinal, o que é um bot? É um software de inteligência artificial concebido para automatizar tarefas repetitivas e que seguem um padrão, ou seja, como se fossem desempenhadas por um robot. Alguns exemplos práticos: adicionar um compromisso ao calendário ou fazer uma reserva para jantar.

Atualmente, os bots estão a ser utilizados pelas empresas para lidar com uma variedade de pedidos dos clientes que anteriormente requeriam uma chamada telefónica para um interlocutor humano. No futuro, deverá assistir-se a um incremento exponencial dos chatbots, que estão inseridos dentro das apps de mensagens e simulam conversas, isto é, respondem de uma forma que dá a ilusão de que se está a interagir com um humano.

Por exemplo, Mark Zuckerberg revelou recentemente que vai abrir o código da app Messenger para que programadores possam criar chatbots que se integram neste serviço de mensagens. «Nunca mais terão de ligar para call centers», salientou o CEO. Mas a Microsoft promete não ficar atrás e Satya Nadella, o líder da empresa, afirmou que «os bots são as novas apps», revelando que a assistente pessoal Cortana irá facilitar a integração de bots de terceiros.

Mas o mundo dos bots não é um mar de rosas, pois a capacidade de simular uma conversa com um humano faz com que esta tecnologia também seja utilizada para manipulação na Internet. Por exemplo, ao navegar online é provável que se depare com alguns bots que são usados para gerar comentários automaticamente, promover discussões ou tentar redirecionar para outros sites. É por isso que, muitas vezes, temos de recorrer ao sistema CAPTCHA (aquele que nos obriga a digitar uma determinada palavra antes de consumarmos uma ação), que é uma forma de teste de Turing usado para distinguir humanos de bots com pouca inteligência artificial.

 

Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado na Exame Informática nº 252

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O medo das redes sem fios

redes

| Stefan Wermuth | Reuters |  Público |

Há coisas inacreditáveis que são mesmo verdade e outras que parecem certas mas que não resistem a uma análise crítica. O medo das radiações electromagnéticas não é novo. Mas hoje as redes sem fios estão por todo o lado e há pessoas seguras de que elas fazem mal. A sério?

Tapetes com ligação à terra, cortinas enriquecidas com fios de prata, cabos eléctricos blindados e disjuntores que reduzem a tensão quando não há consumos são exemplos da considerável oferta de produtos para proteger das radiações electromagnéticas (e que se podem encontrar facilmente usando redes que funcionam através de radiações electromagnéticas). Nos Estados Unidos há quem se tenha refugiado na Zona Nacional de Silêncio Radiofónico, uma extensa área em que o uso de telemóveis e redes wi-fi está fortemente limitado. A francesa Marine Richard também vive longe dessas radiações e recebe uma pensão de incapacidade do Estado, na sequência de uma batalha judicial em que alegou ser alérgica às redes wi-fi, que em França foram proibidas nas creches desde o ano passado.

A hipersensibilidade à radiação electromagnética é uma doença que algumas pessoas acreditam ter e estar na origem de sintomas como dores de cabeça, fadiga, stress, distúrbios do sono, erupções cutâneas, dores musculares, náuseas, sangramento nasal, tonturas ou palpitações cardíacas. Mas na literatura médica é habitualmente considerada uma doença idiopática, ou seja, que surge espontaneamente e sem causa conhecida.

“Liga a rede a ver se eu noto”

Há tipos de radiação capazes de arrancar electrões dos átomos e das moléculas, transformando-os em iões, e que por isso são radiação ionizante. É o caso dos raios gama, raios X e raios ultravioleta. A radiação ionizante, apesar de poder ser usada para fins médicos, é capaz de causar graves problemas graves, incluindo cancro. A radiação das redes wi-fi e de telemóvel não é ionizante e por isso, em princípio, é bastante segura. Mas, nunca fiando, ao longo das últimas décadas têm sido feitos muitos estudos para avaliar os seus efeitos.

Em duas revisões sistemáticas da literatura científica publicadas em 2011 (esta e esta) nenhuma associação foi encontrada entre os sintomas e a proximidade de fontes de radiação electromagnética. Noutra investigação de 2012 foi pedido a pacientes diagnosticados com hipersensibilidade à radiação electromagnética que dissessem quando sentiam que uma fonte de radiação de telemóvel estava ligada ou desligada. Não foram capazes de acertar. Um trabalho publicado em 2015, que agregava dois grandes relatórios, mostrou que os doentes apenas sentiam um aumento significativo de sintomas quando eram informados que uma fonte de radiação tinha sido ligada. Se não soubessem, os sintomas não aumentavam.


ENRIC VIVES-RUBIO

“Na área dos efeitos biológicos e aplicações médicas da radiação não ionizante, foram publicados nos últimos 30 anos aproximadamente 25 mil estudos”, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). “Apesar da convicção de algumas pessoas de que é necessária mais investigação, o conhecimento científico nesta área é agora mais extenso do que para a maioria dos químicos. Tendo como base uma recente e profunda revisão da literatura científica, a OMS conclui que as provas existentes não confirmam a existência de qualquer consequência para a saúde resultante da exposição a campos electromagnéticos de baixo nível. No entanto, existem algumas lacunas no conhecimento sobre os efeitos biológicos e é necessária mais investigação.”

É nesta última frase, comum na literatura científica, que pode assentar a argumentação em prol dos efeitos biológicos negativos das redes sem fios. No entanto, a investigação feita até hoje aponta no sentido contrário. Claro que a falta de uma relação de causalidade não significa que os sintomas das pessoas que sofrem de hipersensibilidade à radiação electromagnética não sejam reais. Apenas que não é plausível que sejam causados pelas redes wi-fi ou de telemóvel.

Quando o problema eram os fios

Há um conjunto considerável de casos em que riscos inicialmente não conhecidos tiveram consequências graves, para a saúde ou para o ambiente, como aconteceu com o amianto e o DDT. Mas nem sempre é o caso. Por vezes há mesmo fumo sem fogo. É curioso que hoje as redes com fios são apontadas como alternativa segura, mas até há bem pouco tempo foi o contrário. Eram os cabos de alta tensão e os campos magnéticos a eles associados que causavam preocupação. Um estudo feito nos Estados Unidos e publicado em 1979, da autoria da epidemiologista Nancy Wertheimer e do físico Ed Leeper, concluía que as crianças residentes perto de cabos de alta tensão tinham o triplo da probabilidade de desenvolver leucemia. Apesar das muitas falhas, essa investigação lançou um clima de alarme que persistiu durante décadas, alimentado por meios de comunicação como a revista New Yorker. À medida que novos trabalhos de investigação desmontavam a ideia pouco fundamentada, nascia uma teoria da conspiração.

Charles Stevens, neurobiólogo que liderou um grande estudo realizado pela Academia Nacional das Ciências norte-americana disse em 1996: “A proximidade de cabos de alta tensão e incidência de leucemia infantil são ambas maiores em áreas de baixos rendimentos; a coisa mais prudente será evitar a pobreza.”

Em Portugal, o medo das linhas de alta tensão chegou com algum atraso. Em 2007, na sequência de protestos e de uma sentença do Tribunal Constitucional, a Rede Eléctrica Nacional fez um acordo com a Câmara Municipal de Sintra para enterrar uma linha de alta tensão, sendo os custos suportados pela autarquia (embora, o enterramento não elimine o campo magnético). Nos anos 70, quando os fornos microondas começaram a ser vendidos nos Estados Unidos, também surgiram preocupações acerca aos seus efeitos para a saúde, que não tinham qualquer fundamento, mas que geraram alarme. Tanto no caso dos cabos de alta tensão como no caso dos microondas (contados no livro Ciência ou Vodu, do físico Robert Park) a preocupação social não assentava em ciência consistente. Faz lembrar o wi-fi, não faz?

por David Marçal – Bioquímico


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Formato de teses com normas APA no Word – DOC

word

Formato de tesis con normas APA em Word – DOC (e-Book) Bogotá Universidad Distrital, Bogotá, 2015.

El formato APA tiene su origen en el año 1929, cuando un grupo de psicólogos, antropólogos y administradores de negocios acordaron establecer un conjunto de estándares o reglas que ayudaran a la hora de codificar varios componentes de la escritura científica con el fin de facilitar la comprensión de la lectura. Este estilo se ocupa de: Armonización y tamaño de títulos. Puntación y abreviaciones. Presentación de números y estadísticas. Construcción de tablas y figuras. Citación de referencias. Otros elementos que hacen parte del manuscrito. Las secciones que contiene esta plantilla son: Portada Dedicatoria Agradecimientos Abstract Prefacio Tabla de contenidos Lista de tablas Lista de figuras Clasificación de los niveles de títulos Lista de referencias Apéndice Vita.

 

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Guia de apoio para a elaboração, execução e avaliação dos resultados da aprendizagem

guia

Guía de apoyo para la redacción, puesta en práctica y evaluación de los resultados del aprendizaje  [e-Book]. Versión 1.0. Madrid, ANECA. 2014

Los resultados del aprendizaje son declaraciones de lo que se espera que un estudiante conozca, comprenda y/o sea capaz de hacer al final de su recorrido formativo. Una correcta definición de los mismos permite informar a la sociedad y a los estudiantes sobre cuáles son las exigencias de aprendizaje de cada nivel, además de suministrar información a los empleadores sobre cuáles son las correspondientes competencias de quienes van a ser empleados. Definirlos y alinearlos correctamente es un reto para los agentes implicados, especialmente dentro del contexto universitario actual sometido a evolución constante para estrechar sus relaciones con una sociedad avanzada, global y cambiante. La Guía de apoyo para la redacción y evaluación de los resultados del aprendizaje orienta, de forma flexible, sobre cómo redactarlos y cómo proceder para su desarrollo y evaluación. De este modo, los resultados del aprendizaje se perfilan como un elemento integrador clave a la hora de definir el marco nacional de cualificaciones. Como indicó Rafael van Grieken, director de ANECA, en el acto de presentación de la Guía: “Se trata de un documento que resultaba necesario y que aportará claridad y definición a los criterios para valorar los resultados del proceso”; también destacó el papel crucial de los resultados de aprendizaje en la internacionalización de la enseñanza universitaria, ya que constituyen un elemento clave para todos los sistemas de garantía de calidad europeos.

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