Manual prático de gestão de museus

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MANUAL PRÁCTICO: CÓMO ADMINISTRAR UN MUSEO

Por: Boylan, Patrick J. (ed.) ; Fernández Navarro, Aureliano Román ; Reyes Pedroso, Roberta Mayla (trad.)
Publicación: La Habana : UNESCO, Oficina de La Habana, 2007
231 páginas

Consultado el 23/05/2016 en: www.unesco.org

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Fronteiras

Um excelente recurso educativo Com humor?

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Guia de violência escolar

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7 dias, 7 dicas sobre os media, trabalhos premiados 2016

Vale a pena, ver e… ouvir!

 

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O professor e a educação inclusiva

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MIRANDA, T. G. GALVÃO FILHO, T. A. (Org.) O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares. 491 p., 2012.

A Editora da Universidade Federal da Bahia – EDUFBA disponibiliza, para download gratuito, o livro “O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares”, organizado por Theresinha Guimarães Miranda e Teófilo Alves Galvão Filho, cujo lançamento ocorreu durante o V Congresso Brasileiro de Educação Especial, realizado na Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, em São Carlos, São Paulo.

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Os livros científicos dos séculos XVI e XVII, ou como a Inquisição “limpou” as bibliotecas

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foto de Daniel Rocha. artigo de Nicolau Ferreira no Jornal PÚBLICO 

É a primeira sistematização da censura de livros médicos pela Inquisição em Portugal – um dos casos expurgados foi o de uma freira que se dizia ter engravidado no banho. Está também em marcha um inventário dos livros de ciência nas bibliotecas dessa altura. O lugar deste objecto na cultura científica nacional começa a ser desvendado

O “lápis” da censura nos séculos XVI e XVII era a tinta ferrogálica. Se estivesse muito concentrada, a tinta utilizada na expurgação de uma obra podia queimar o papel. Se fosse em menor quantidade, as palavras censuradas voltavam a ser legíveis. De qualquer forma, esta vertente da Inquisição afectava a leitura das obras, dando-lhes uma conotação insidiosa de pecado e culpa. A literatura técnica e científica em Portugal não escapou a este controlo, como os livros de Amato Lusitano, médico judeu português que fugiu da Península Ibérica.

“Qualquer expurgação perturba a confiança na leitura de livros de ciência – um acto que passa pelo desejo de querer saber mais”, defende Hervé Baudry, do Centro de História da Cultura da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. O efeito que a censura teve no desenvolvimento científico e cultural do país é ainda difícil de contabilizar, diz o historiador francês, orador num workshop sobre as bibliotecas e livros científicos dos séculos XV a XVIII na Biblioteca Nacional, em Lisboa. Mas Hervé Baudry está apenas no início de um projecto de investigação sobre aquilo a que chama de “biblioteca limpa”, ou seja, a expurgação de livros dos séculos XVI e XVII.

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Como o Facebook ‘engoliu’ o jornalismo

Algo muito dramático está a acontecer com o nosso panorama mediático, com a esfera pública e com a nossa indústria jornalística, quase sem que nos apercebamos e, certamente, sem o nível de exame e debate público que merece. O nosso eco-sistema de notícias mudou mais dramaticamente nos últimos cinco anos do que, quiçá, em qualquer momento dos últimos quinhentos anos.

Assistimos a imensos saltos na capacidade técnica –realidade virtual, vídeo em direto, aplicações noticiosas com dotadas de inteligência artificial, mensagens instantâneas e aplicações de chat– e alterações massivas no controlo e finanças, colocando o futuro do nosso eco-sistema noticioso nas mãos de poucos, que controlam o destino de muitos.

Os Media Sociais não engoliram apenas o Jornalismo, engoliram tudo

Engoliram as campanhas políticas, os sistemas bancários, as histórias pessoais, a indústria do lazer, as vendas e até o Governo e a segurança. O telemóvel no nosso bolso é o nosso portal para o mundo. Penso que, em vários moldes, isto anuncia enormes e excitantes oportunidades para a educação, informação e conexão, mas traz consigo um leque de riscos existenciais de contingente.

Deveremos aceitar esses mesmos riscos? Será que compreendemos adequadamente quais são? Estaremos nós a trabalhar o suficiente para interrogar estes novos sistemas de poder, que possuem uma escala que desafia Governos mas que são incontáveis, excepto para os mercados, e intencionalmente opacos?

Pretendo examinar como é que o jornalismo se alterou através do poder da Internet e, especificamente, das redes sociais virtuais.

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