Pensar a biblioteca escolar como um laboratório de cidadania

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As novas aprendizagens aproveitam as redes e o uso intensivo da tecnologia digital para propor experiências ubíquas, informais e estendidas ao longo da vida. Organizadas à volta das competências e do desenvolvimento de projetos, procuram estreitar relações com diversos agentes sociais e tomam como espaço de referência a cidade. Neste contexto, as bibliotecas escolares podem chegar a ser um nó fundamental numa rede de espaços interligados de aprendizagem partilhada.

Que papel podem ter as bibliotecas –e em especial as escolares- como zonas de intercâmbio entre as aprendizagens formais e as aprendizagens informais? Que podem acrescentar os laboratórios de cidadania a estas novas bibliotecas? Como podem cooperar os diferentes tipos de bibliotecas? Onde ir procurar bons exemplos?

Estes temas foram abordados na mesa redonda Pensar la biblioteca escolar como un laboratorio ciudadano que teve lugar o mês passado, aquando da Feria del Libro de Madrid, na Biblioteca Pública Municipal Eugenio Trías.

Joaquín Rodríguez, autor de Los futuros del libro e investigador, abre a mesa traçando uma pequena resenha histórica do futuro das bibliotecas e brinda-nos com alguns exemplos de novos espaços de leitura.

Concha Vilariño, Subdirectora General de Coordinación Bibliotecaria (MECD), resume-nos as conclusões do relatório Prospectiva 2020: Las diez áreas que más van a cambiar en nuestras bibliotecas en los próximos años elaborado pelo Grupo Estratégico para o estudo de prospetiva sobre a biblioteca no novo contexto informacional e social para o Consejo de Cooperación Bibliotecaria.

Belén Meruelo, Diretora da Biblioteca Pública Municipal Pablo Neruda de Madrid, reflete acerca da cooperação bibliotecária.

Carmen Campos, Secretária da Comisión Técnica de Bibliotecas Escolares del MECD e Diretora do projeto Leeres (CNIIE – MECD) baseia a sua exposição no “Informe estratégico sobre Bibliotecas Escolares” e na perspetiva adotada pela UNESCO em relação às alfabetizações múltiplas.

Marcos García, Diretor do Medialab-Prado, defende o papel dos laboratórios de cidadania como espaços de criação e intercâmbio de conhecimento.

Samuel Alonso, especialista em bibliotecas escolares e literatura infantil e juvenil fala-nos da sua participação na biblioteca do CEIP Emilia Pardo Bazán de Madrid como membro da AMPA.

Fonte.

Sobre Jorge Borges

Professor.
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