Em Badajoz falamos português!!!

Este é o título do Blog criado com o intuito de ajudar os profissionais do ensino/aprendizagem do português, em Badajoz. Merece uma visita. Aqui fica um pequeno excerto de um post:

Porquê aprender português?

  • Terceira língua europeia mais falada no mundo.

  • Quinta língua mundial.

  • Considerando o peso económico das línguas pela soma dos PNB dos países, o português ocupa o oitavo lugar mundial;

  • No que diz respeito à repartição das línguas do ponto de vista da dispersão geográfica e da variedade humana, o português ocupa o décimo lugar, depois do inglês.
  • Oitava língua mais presente na Internet em 2001.” (…)


Informação relacionada:

O Eixo Atlántico descobre o nexo lingüístico in Vieiros: Galiza Hoxe

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Sobre Jorge Borges

Professor.
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107 respostas a Em Badajoz falamos português!!!

  1. Xosé Durand Sousa diz:

    O português é galego são o mesmo idioma.
    Enquanto em Portugal teve uma evolução livre na Galiza esteve proibido. No século XVI os galegos foram trocados por castelhanos na própria administração pública etc…
    Agora a RAG para manter a superioridade do castelhano na Galiza tirando partido da apagamento da escrita galega na Galiza. Enventou uma norma escrita que é escrever português com normas castelhanas ou seja criou um crioulo galego com castelhano.
    O português nasceu na Galiza e foi espalhado pelo mundo pelos portugueses precisamente na época em que Castela o extinguiu na Galiza.
    Galego é português da mesma forma que castelhano é espanhol.
    Galiza e Castela foram os locais de nascimento dos dois idiomas.
    Exemplo da depurpação ortográfica ao aplicar regras de outra língua:
    A palavra : Junta
    Em português respeitando a norma Galego/portuguesa : Junta.
    Em português respeitando a norma castelhana: Xunta.
    Em castelhano respeitando a norma castelhana: Junta.
    Em castelhano respeitando a norma portuguesa: Runta.

    A língua galego-portuguesa está a ser desrespeitada pela RAG na Galiza.
    Será que os castelhanos também gostavam que os galegos os obrigassem a escrever Runta em vez de Junta?
    Porque obrigam oficialmente os galegos a escreverem Xunta desrespeitando a origem da palavra e normas da língua nativa da Galiza?
    A política não pode destruir a ciência nem a cultura de um povo.

    • Lelia Doura diz:

      A verdade é que o galego non é portugués e digoio con coñecemento de causa, logo que teño bons amigos filólogos, un deles a miña irmá, filoloxía portuguesa, galega e teoria da lingua, ou cousa semellante, e iles din claramente que son linguas diferentes, non sei cal é a formación que ten vostede para faceren isa afirmación, a miña é de ciencias, mais básome no que me din persoas ben formadas e mais informadas, até xente rusa que ensina a nosa lingua en San Petersburgo, ou xente de polonesa da universidade Jaguellónica, por non dicir outros da universidade de: Vigo, Barcelona, Compostela…. que claro estes son un pouco mais tirados carea a terra, pero os primeiros brilan pola sua imparcialidade.

      Así logo pediríalle que se vostede ten información que amostre que estou nun erro ma envíe.

      Grazas

      • Duarte diz:

        A Senhora pode ter pessoas russas, polacas e até os seus familiares a afirmar que são idiomas diferentes.

        Infelizmente a questão da língua na Galiza é uma questão política e não científica.

        Espanha não quer que a Galiza tenha um idioma que a possa projectar no mundo das nações. Por isso tudo faz para destruir o galego nativo que actualizado é o português.

        O galego começou a se desenvolver por volta de 2000 anos Antes de Cristo na civilização Celta Castreja em que os lusitanos eram a tribo maioritária. o idioma resultante desta civilização chamava-se o Lusitano antigo.

        Quando os romanos ocuparam a Península o lusitano era o idioma das Astúrias, Galiza, Portugal e Extremadura.

        Após a romanização houve a fusão do lusitano com o latim.

        Nos territórios que actualmente são a Galiza, Portugal e Extremadura o latim teve mais influência formando o idioma Galego.

        Nas Astúrias e na Região de Miranda em Portugal o lusitano não foi tão destruído pelo latim e por isso foi formada uma língua diferente que se chama asturiano ou mirandês.

        Até à invasão árabe não houve mudanças linguísticas ou humanas significativas nestes territórios.

        A invasão árabe emporrou este povos para norte até às Astúrias e os que ficaram sobre o domínio árabe na Galiza e em Portugal falavam galego e escreviam com normas ortográficas árabes, chamava-se o galegomoçarabe.

        A reconquista cristã começa com um Chefe Asturiano chamado Afonso de origem lusitana a expulsar os árabes desde as Astúrias por todo o litural até ao rio Tejo.

        O território da actual Galiza até ao rio Tejo com a excepção de Lisboa é Santarém depois desta conquista cristã recuperou toda a componente humana da civilização Celta Castreja e foi criado neste território o REINO da GALIZA.

        O Reino da Galiza estava estabelizado quando o rei de Castela exigiu que D. Garcia rei da Galiza lhe prestasse vassalagem.

        Este facto fez com que vários cidadãos galegos se revoltassem.

        Dessa instabilidade surgiu D. Afonso Henriques a declarar a independência da Galiza. Contudo só conseguiu a Independência a sul do rio Minho.

        À Galiza a sul do rio Minho veio a chamar-se Portugal.

        Os portugueses consideravam-se galegos praticamente até ao reinado de D. Diniz. O idioma que falavam era Galego.

        Mais tarde durante a expansão marítima na época dos descobrimentos os portugueses espalharam o idioma pelo mundo. Começou por isso a língua a ser conhecida por português porque eram eles que a falavam pelo mundo, mas era galego tal e qual como se falava e escrevia na Galiza a norte do rio Minho.

        Entretanto a norte do rio Minho começa a colonização castelhana. O idioma galego é proibido. Os funcionários públicos galegos são trocados por castelhanos. Quem quizer trabalhar tem de falar castelhano. Aos galegos é vedado o acesso aos empregos. Os galegos só têm acesso a trabalhar no campo ou em trabalhos que os castelhanos recusavam.

        Neste contexto o idioma passa de geração para geração sem escrita de ouvido e por gente desalfabetizada e menos culta devido à colonização castelhana.

        O galego chega por isso aos dias de hoje com algumas deturpações fonéticas não só por passar de pais para filhos de ouvido como é vítima da influência colonizadora castelhana.

        É neste ponto que a RAG servindo os interesses do colonialismo tenta-o prepectuar ao valorizar as deturpações fonéticas que o mesmo criou artificialmente e mais grave ainda aplica uma norma ortográfica castelhana na escrica e não a galega. É por isso que a norma RAG é conhecida por crioulo ou castrapo. Esta norma tenta solidificar as palavras com pequenas deformações fonéticas resultantes da colonização castelhana e impor a norma gráfica castelhana para escrever galego.

        Os reintegracionistas pelo contrário querem apagar a humilhante colonização castelhana e recuperar o galego com a sua escrita original e actualizá-lo dentro das normas galegas.

        Depois desta explicação é impossível alguém de boa fé dizer que galego não é português ou vice versa. Não se pode falar em evolução ou desenvolvimento separado num determinado periodo a um idioma que estava proibido, conforme é a tese dos crioulistas da RAG.

  2. António Marquez diz:

    Apoio completamente a política da Junta da Extremadura em relação ao investimento na língua portuguesa.
    É muito importante para todos os estremenhos, é em Portugal que está o nosso futuro.
    As relações comerciais são muito importantes mas também temos afectivas. Fizemos parte da Lusitânia e Mérida era a sua capital.
    Só descordo do idioma português ser considerada língua estrangeira porque nasceu na Galiza.
    Galiza é estrangeiro?
    Pensava que ainda pertencia a Espanha.

  3. Carmen Diaz diz:

    Português é estrangeiro?
    Parabéns Galiza independente!

  4. Ramom diz:

    António, o problema nom é se a Galiza é parte de Espanha ou nom senom que os espanhois querem que os Galegos nos sintamos extrangeiros no nosso pais. Quando falamos a nossa língua tratam-nos como extraterrestres ou ainda pior como terroristas.
    Já o di o dito, “da espanha nem bom vento nem bom casamento”.

  5. Júlio Gomes diz:

    Ramom sou português nascido em Lisboa e aqui também temos o dito: “Da Espanha não vem bom vento nem bom casmento”.
    Claro que quando nos referimos a Espanha falamos do poder de Madrid.
    Os portugueses em geral simpatizam muito com galegos, extremenhos, asturianos (temos até um passado comum com estes 3 povos)e também com catalães, valencianos e bascos.
    O poder de Madrid é sempre visto como o explorador dos povos peninsulares periféricos.

  6. Júlio Gomes diz:

    Ramom sou português nascido em Lisboa e aqui também temos o dito: “Da Espanha não vem bom vento nem bom casamento”.
    Claro que quando nos referimos a Espanha falamos do poder de Madrid.
    Os portugueses em geral simpatizam muito com galegos, extremenhos, asturianos (temos até um passado comum com estes 3 povos)e também com catalães, valencianos e bascos.
    O poder de Madrid é sempre visto como o explorador dos povos peninsulares periféricos.

  7. Vicente diz:

    Vouvos dizer,pra escomenzar,que éu fum bourádo na escola,cando era criança,por dicerlhe o profesor”senhor mestre,xa rematéi”.
    A sua resposta,dimpois da labazada,foi”¡aqui no se muje,baca gallega!”.
    Falo,desta minha lembranza,pra que aqueles que nom sabem do que acontecéu,e acontece pro com outros sistemas mais sutís,no nosso país.
    Referente a Portugal e os portugueses, a política fói:que os portugueses-sas,tinham todas as más cualidades que um poida maxinar.Mismamente eram pior e menos que um sigano.Suxos,ladróis,criminales,falsos,parvos e cobardes.Velaí tedes o que tentabam de meternos na cachola.Desexabam que nâo mirasemos a xente coma nós,senom inferior.Inda hoxe mágoa atopar xente que pensa isso.
    Eu sou galego.Algum portugues,o escoitar como eu falo o que sinto,perguntoume se é que queria ser portugues.Nâo é tal cousa.Eu sou eu,e nom desexo ser meu hirmâo.
    Nas minhas estadias pelo Sul(Algarve,Alentejo e mesmo em Lisboa)decátome do grande desconhecemento que ha da Galiza.Hoxe a cousa mudóu.Poderase matar a persoa,pro os sentimentos e ideias ficam sempre vivas.Nunca digo que sou espanhoi,senom galego.A primeira cousa ádequerida a vontade ,se um quixer.A outra é conxenita.Eres nado galego , portugues,catalâo,bretóm,e morres sendo tal cousa.É,como digo éu,galego o meu apelido,espanhoi o nome(que podo mudar por frances ou americano).
    Pregolhes a quem isto léia, nom mo tenha a mal a minha má escrita,pois nós,os galegos,somos analfabetos na nossa língua.
    P.D. António Marquez:pertenza é poseçâo,dominio.Moitos de nós nâo desejamos ser a pertenza de ninguém.Nâo somos um fato de anhos,ou xatos.Ego ergo sunt!
    O que o Ramom diz, é a maldita realidade do que inda hoje está a acontecer.
    Eu inda diria mais do dito ese,Ramom.
    Da Espanha,nem bom vento,nem bom casamento,nem bom pensamento,nem bom alento.
    Pra os portugueses-sas que isto poidam ver,direilhes que a Espanha de Franco tinha pensado invadir Portugal se Alemanha ganhaba a guerra.Tinha,incluso,xa os planos feitos.Informaidevos.
    Saúde e liberdade.

  8. fernando diz:

    A pesar de que non vou discutir a importancia do portugués e que concordo bastante coas teses reintegracionistas, xustificalas con argumentos imperialistas de “xª lingua mundial seméllame un insulto. Xa sabemos que en Brasil hai unha morea de xente que fala portugués, pero ao que debemos aspirar é a que deixen de falalo e pasen a falar guaraní ou outras linguas indíxenas.

    apertas

  9. Carlos Santos diz:

    Este blog mostra uma cousa importante a ligação histórica que há entre galegos, portugueses e extremenhos.

    Vicente disse: “”Pregolhes a quem isto léia, nom mo tenha a mal a minha má escrita,pois nós,os galegos,somos analfabetos na nossa língua.””

    Vicente não temas vergonha de escrever em galego mesmo com alguns erros.
    A culpa é do Estado espanhol que proibiu o galego.
    O facto do idioma galego ter resistido com o apagamento da escrita mostra que os galegos são uns heróis.
    Outros povos perante o mesmo colonialismo e repressão deixaram morrer o seu idioma nativo e materno.
    O idioma galego está enfermo mas vivo.
    Eu não concordo com a palavra reintegracionismo para aqueles que querem salvar o galego.
    A palavra mais adequada era revitalizacionismo, porque o galego precisa é de ser revitalizado.
    O idioma galego não precisa de ser reintegrado porque nunca deixou de estar integrado na sua origem, o que precisa é ser revitalizado.
    Acabar com as enfermidades da escrita que é a castelhanização do galego.
    Actualmente a RAG está a castelhanizar a escrita galega ou seja aproveitando-se do apagamento da escrita e da desalfabetização dos galegos em galego está a impor normas castelhanas em vez de galegas para a escrita oficial. Nova forma de colonização.
    Por exemplo se aplicassemos ao castelhano a norma escrita galego-portuguesa Badajoz era Badarrós, Junta era Runta, tecnología era tecnolorria.
    Então porque a RAG está a oficializar a escrita galega com a norma escrita castelhana pondo os galegos a escrever Xunta em vez de Junta.
    É que na norma galego-portuguesa (Ja) pronuncia-se (Xa) (ge) pronuncia-se (Xe) e (gi) pronuncia-se (Xi) mas deve-se respeitar as origens das palavras. É isso que deiferencia um analfabeto de um letrado. Um escreve só de ouvido e outro conhece o seu idioma.

  10. Manuel Garcia diz:

    Vicente não foi só Franco que pensou invadir Portugal.
    Ao logo da história foram várias as vezes que os castelhanos o fizeram mas sempre tiveram pesadas e humilhantes derrotas.
    Se Portugal foi o único território da peninsula que não se deixou colonizar não foi por acaso.
    Veja um exemplo na própria versão castelhana que recentemente alterou este feito histórico dizendo que se desconhece as baixas castelhanas, mas dos 31.000 que invadiram Portugal só chegaram a casa e muito feridos menos de 9.000 e dos 5 comandantes morreram 3 e 1 foi preso e só 1 conseguiu chegar a Castela.
    Versão castelhana:
    http://es.wikipedia.org/wiki/Batalla_de_Aljubarrota

    Foi decretado luto em Castela por 2 (dois) anos.
    Portugal sempre foi o cemitério do colonizador castelhano.

  11. MANOLO CASTRO diz:

    Sou extremenho com ascendência galega. A língua Galega é português e nasceu na Galiza é portanto nacional enquanto a Galiza não for um Estado independente.
    Alé disso é a língua nativa também de Olivença.
    Não posso por isso concordar que esteja a ser estudada como língua extrangeira só porque é também o idioma de um Estado Independente.
    A política têm a obrigação de perservar a língua e a cultura dos povos e não dividí-los com a invenção de Crioulos.
    Se a Galiza tem uma língua nativa que castela fascista tentou acabar mas resistiu, há que a democracia provar que é democracia e contribuir para a revitalização do idioma nativo o original da Galiza conhecido internacionalmente como português.
    As línguas e culturas não tem a ver com os Estados . Na Suíça há várias línguas e é um Estado . Espanha , Argentina, México etc.. falam espanhol e são estados independentes.
    Espanha através da RAG não pode continuar de forma impune a fazer o genucídio de um idioma milinar para impor um crioulo que isola os galegos tornando-os um povo provinciano e sem futuro do mundo cada vez mais global.
    temos de por o Sr Vicente e todos os galegos a escreverem bem na sua língua nativa . Todos temos o direito de viver na Galiza como GALEGOS e não nos sentirmos extrangeiros como pretendem os castelhanos.

  12. MANOLO CASTRO diz:

    fernando você não sabe do que fala O Brasil são 27 nações federadas que só têm 2 cousas em comum o gosto pelo futebol e o amor à língua Portuguesa.

    O Brasil não se dividiu em guerras de libertação como os países colonizados por Espanha porque quando teve condições para ser independente o rei de Portugal nomeou o seu filho como Imperador do Brasil ficando o rei com o título de imperador Honorário.

    Portugueses e Brasileiros têm após a independência do Brasil os mesmos direitos incluíndo políticos. Qualquer português ou brasileiro pode exercer qualquer cargo político em qualquer dos dois países sem ter de abdicar da sua nacionalidade com a excepção ao cargo de presidente da República que tem de fazer uma opção. Na Espanha é assim com os países do mundo ex colónias de castela?

    De Espanha ninguém se liberta sem guerras é triste mas é verdade.

  13. Raul Diaz diz:

    A Extremadura e Portugal fazem cada vez mais trabalho em conjunto para o desenvolvimento de ambos.

    A Cimeira REDE TRANSFRONTEIRIÇA 7X7 é um bom exemplo.

    Os representantes máximos das sete cidades da Extremadura de Cáceres, Plasencia, Mérida, Badajoz, Zafra, Almendralejo e Coria reuniram-se em Portugal com os sete representantes das cidades portuguesas vizinhas de Évora, Estremoz, Beja, Moura, Portalegre, Elvas, e Montemor-o- Novo para estreitar as relacões culturais e comerciais entre os povos representados.

    O aumento dos falantes na Extremadura tem vindo a aumentar de forma exponencial devido à boa política da Junta da Extremadura.

    Esta cimeira é um bom exemplo que complementa o trabalho excelente do Presidente da Junta da Extremadura pela aproximação da Extremadura a Portugal e pelo desenvolvimento da sua Região.

    Parabéns a todos os extremenhos porque têm políticos que aproximam os povos contribuindo para o desenvolvimento da humanidade, contrastando infelizmente com a Junta da Galiza e a maioria dos políticos galegos que estão mais interessados em servir o poder em Madrid do que o povo que os elege.

    A política linguistica da RAG é o pior exemplo que se pode dar a crioulização da língua materna dos galegos só para os separar dos seus irmãos da fala.

    Ouça galego/português descolonizado:

  14. Manolo Castro diz:

    O nosso idioma está a sofrer ataque colonialistas na Galiza.
    Vejam as notícias dos arruaceiros vindos em autocarros fora da galiza para provocar os pacatos cidadões da GALIZA. O director de Vieiros está também defenfendo interesses espanhonistasc contra o seu povo,

    From: [noticias@vieiros.com]
    Subject: Noso desacordo coa censura e apagamento de rexistros de usuarios.

    Somos profesionais de Vieiros.
    Xunto anexamos unha lista de varias decenas de usuarios que a mando do noso Director foron apagar dos rexistros de noso sitio.
    Vieiros foi feito para ser un xornal aberto á Lusofonia e por iso descordamos desta decisión do noso Director.
    Nos últimos 3 meses moitos usuarios teñen tentado se rexistrar sen o conseguir.

    Teñen sido apagados todos por censura política por:
    1- Defenderen abertamente o Galego-portugués e condenaren o crioulo castrapo da RAG.
    2- Votaren en quen defende eses principios.

    A votación nos comentarios ten sido controlada e por iso non representa a realidade. Hai un movemento crecente moi forte a favor
    da ortografia padrão do portugués actual para a Galiza tras o acordo ortográfico obtido na CPLP. Os reintegracionistas do idioma galego para a adopción da
    norma universal que respecte o recente acordo ortográfico da lingua galego-portuguesa son moitos.
    Se non houbese a censura a apagar os rexistros e a non deixalos votar , os que defenden a norma RAG desaparecían do noso sitio.

    O Director do noso xornal enventou que era a mesma persoa que enviaba os comentarios e que se rexistraba con varios nomes.
    El sabe ben que non era verdade, tinhamos IP de Portugal, Brasil, Uruguai, Arxentina e de case todas as rexións da galiza para alén de toda a España.
    Tentou a través da policía política española identificar a orixe dos usuarios, só que parte desas persoas eran técnicos de empresas fornecedoras de accesos Internet e ao seren avisadas conseguiran por programación atribuír as mensaxes a DNS de empresas que aquela hora estaba comprovadamente encerradas.
    O rexistro que houbo alteracións de DNS aínda se conseguiu verificar mais os orixinais é que non.

    A censura foi tan grande levando o número de usuarios a baixar tanto que Vieiros era antes destacadamente o xornal dixital da Galiza máis visto na internet e procurado no Google se viu superado por outros como o: Diario da Universidade de Vigo, A Nosa Terra e mesmo a Arroutada Noticias estivo case a superar Vieiros.

    Só temos que agradecer por tras seren censurados e apagados do noso sitio comprenderan que foi un acto do noso Director. Cos medios que teñen podían apagar para sempre o noso sitio e non o fixeran.
    Respectaran todos os profesionais que traballan en Vieiros”

    Nota: Não anexamos a lista dos censurados para respeitar a privacidade. O sr Director da redacção pode a partir daqui continuar a não dizer a verdade aos usuários pois uma mentira dita muitas vezes pode passar por verdade. Nós não queremos mais polémicas, mas os usuários de vosso jornal tinham de saber que a maioria foi posta de fora através da censura. É lamentável que com tanta repressão que existe a censura seja feita por quem defende o idioma galego nativo, materno e original contra o colonialismo.

    NOTÍCIA RECOLHIDA NA a NOSSA tERRA

  15. Manolo Castro diz:

    O Estado Espanhol fomenta e protege os terroristas espanholistas na Galiza.
    Terroristas castelhanos espanholistas envadiram a Galiza com provocações e palavras de ordem contra galegos.

    A polícia carregou sobre os pobres galegos que não os deixam viver em paz só porque querem falar e escrever o seu idioma materno e não o do colonizador castelhano.

    Pobre Galiza!

    Os colonizadores espanholistas, viraram provocadores, só porque nos deixam escrever em crioulo castrapo.

    Imaginem como os exploradores seculares espanholistas ficavam se escrevessemos oficialmente em galego.

    Se escrevessemos em galego em vez de crioulo castrapo tínhamos uma escrita internacional deixavamos de ter necessidade de recorrer ao castelhano no trabalho, ciências, arte, cultura,ensino, na justiça e em tudo em geral pois a nossa língua é única oficial e usada em vários países do mundo e falada por cerca de 250 milhões de irmãos falantes.

    Cada galego que escreva no galego nativo e universal é um espinho na garganta dos colonizadores espanholistas.

  16. Rui pinto diz:

    Prendem na GALIZA os galegos e protegem os provocadores colonizadores espanholistas.

    Somos um país ocupado e colonizado.
    Quem ainda tem dúvidas?

    Até oficializaram o crioulo castrapo para nos isolar dos irmãos da fala e podermos assim crescer no mundo e termos dignidade vivendo como galegos.

  17. vilar ramon diz:

    Galiza é um país ocupado e humilhado é séculos pelos colonizadores espanholistas.

    Onde está a democracia?

    Alguém a viu na Galiza?

    Na Galiza continua a ditadura da colonização desrespeitando a carta das Nações Unidas negando o direito à autodeterminação ao povo galego.

    Mais tarde ou mais cedo estes criminosos colonialistas serão julgados. Já faltou mais tempo.

    Presos políticos não existe em democracia.
    Abaixo a ditadura espanholista….

    VIVA A GALIZA CEIBE

  18. Fernandosilva diz:

    TERRORISMO ORGANIZADO e protegido PELO ESTADO ESPANHOL na Galiza

    1.- Várias cabeças políticas espanholas presentes
    2.- Vários autocarros organizados de fora da Galiza
    3.- Contingentes de polícia vinda também de fora
    4.- Manifestação contra os galegos na capital da Galiza

    São os quatro ingredientes fundamentais para fazer uma PROVOCAÇÃO com todas as letras. Depois o cozinhado é a cargo dos maîtres Meios de Comunicação do Poder, que fazem um guiso rico, rico…

    Ainda bem que existe a cozinha alternativa. Força!!””””

    Muito bem observado. Esses arruaceiros vieram de fora da GALIZA provocar os galegos com o apoio oficial dos criminosos colonizadores. São mais do que arruaceiros são autenticos terroristas protegidos pelo Estado espanhol.

    Viva A GALIZA CEIBE

    Abaixo a colonização e o terrorismo de ESTADO. A ETA comparada com o Estado espanhol são uns santos porque lutam pela independência do seu país ocupado e tentam atingir quem tem responsabilidades na ocupação do seu país , pelo contrário o Estado espanhol atirou sobre os inocentes indiscriminadamente.

    Vejam o vídeo até ao fim! Voltamos de novo ao fascismo!

    http://gzvideos.info/contramanifestacom-em-defesa-da-lingua/

    Depois admiram-se da UNO criticar a “democracia espanhola” na verdade ditaduta colonizadara mascarada de democracia para o exterior

  19. Fernando Esteves diz:

    Sempre acreditei numa Galiza federada mais tarde ou mais cedo mas sempre dentro do Estado espanhol mas
    depois da contramanisfestação provocada por espanholistas vindos de fora de Galiza protegidos e aclamados pela policia .mudei de ideia.

    O Estado espanhol é o estado da opurtunidade perdida e hoje penso que a radicalização por parte dos colonizadores´é grande que não resta ortra alternativa a Galiza senão a luta armada rumo à independência. Não podemos viver com quem não nos respeita.

  20. Rodriguez diz:

    Como é posíbel facermos constantemente grandes manifestacións na Galiza a favor da lingua portuguesa e en Portugal non é noticia.
    O que fai o goberno portugués por recuperar Olivenza? O que fai en defensa da lingua en Olivenza e na Galiza?
    Este Sócrates non presta.

  21. Colocada: Sex Jan 23, 2009 3:19 am
    Registrado em: 23 Jan 2009
    Mensagens: 6
    Estimados amigos é de louvar como a AGAL tem defendido a nossa língua.
    Contudo penso que defendiam muito melhor se aproveitassem o acordo ortográfico que é irreversível, para que o galego reintegrado fosse mesmo reintegrado.
    Escrever em português semelhante ao século IXX não tem qualquer utilidade.
    Os ditongos nazais (ão; ãos; õe; ões) foram introduzidos na escrita para simbolizar melhor esses sons que curiosamente são reproduzidos com maior intensidade pelos povos do norte de Portugal e da Galiza.
    O ano passado Portugal comprou à Galiza mais do doubro do que comprou aos EUA cerca de 2,5 mil milhões de Euros.
    Já pensaram que se os sitios da web das empresas galegas estivessem escritos em galego reintegrado e atualizado já conforme o acordo ortográfico o valor que atingiriam os negócios entre a Galiza e Portugal?
    Com o uso do galego atualizado na Galiza, entre Portugal e Galiza ficava automaticamente criado um mercado comum. A moeda é a mesma com escrita comum se dava um passo gigante para a Galiza ser nação e não a província galícia. Os mercados do Brasil e Africanos se abriam também à Galiza. Angola está com grande desenvolvimento e precisa de muitas cousas que a Galiza produz.
    Só com o galego reintegrado atualizado a causa da recuperação da nossa língua nativa terá sucesso.
    É fundamental que a nossa língua nativa seja útil. Temos de ter nas nossas universidades livros, programas informáticos de todas as matérias na nossa língua materna.
    Tanto no domínio científico, como no cultural, comercial e em tudo em geral temos de ter ferramentas na nossa língua para os galegos não terem necessidade de recorrer ao castelhano.
    A causa do reintegracionismo é vista por muitos como do passado, com o galego atualizado ganhava outra dinâmica e moderna para os dias de hoje.
    Para nos opor ao castelhano e ao crioulo castrapo da Rag temos de ter uma escrita com força e útil. No fundo a nossa escrita atual e universal.
    Façam uma reflexão amigos reintegracionistas.
    A estratégia tem de ser oferecermos uma escrita útil e de dimensão mundial.
    A Argentina depois do Uruguai acabou de pôr o galego-português no ensino obrigatório.
    As televisões portuguesas serem vistas em canal aberto na Galiza é também fundamental para a recuperação fonética da nossa língua oprimida e influenciada pelo castelhano durante séculos. Em Portugal está previsto que a TDT está disponível em 80% do território em finais de abril e com condições técnicas de fornecer o sinal para a Galiza cobrindo o resto do território português até janeiro de 2010.
    É preciso pressionar os políticos na Galiza para não adiarem as transmissões das televisões portuguesas.
    Força pela causa da Galiza.
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  22. CDurão diz:

    Bem-vindo a este foro, Antoniopinto09!

    A “questão do ão” é uma “causa” pela que, ao longo dos anos, eu e outros temos sido alcunhados de teimudos. Contra vento e maré. membros das Irmandades da Fala da Galiza e Portugal, da Associação de Amizade Galiza-Portugal, e alguns da AGAL, vêm praticando em público a “disciplina do ão” (quando corresponde, vg mão/mãos, nação/nações, catalão/catalães) desde começos dos anos 80 (e em correspondência privada desde fins dos 70).

    As IF enviaram, por convite, uma delegação observadora às sessões de debate do Acordo Ortográfico da Ortografia Simplificada no Rio de Janeiro na Academia Brasileira de Letras, em maio de 1986. Formavam parte da delegação observadora J.L. Fontenla, Adela Figueroa e I.A. Estraviz; a “Comissão para a Integração da Língua da Galiza no Acordo da Ortografia Simplificada” fora constituída em 1985 em Ponte Vedra, no IV Encontro Internacional da Língua Galaico-Portuguesa, de 6 a 7 de dezembro de 1985, sob a presidência do prof. Dr Fernando Alves Cristóvão, o prof. Dr Carvalho Calero e o prof. Dr Luís Polanah, do que saiu um acordo pelo que se decidia “que fiquem autorizados os representantes das entidades convocantes do IV Encontro Internacional da Língua Galaico-Portuguesa para promover a constituição de uma Comissão, cuja finalidade seja a de iniciar relações com a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras de Rio de Janeiro, para a intervenção na revisão do Acordo Ortográfico”1. Foi Presidente de Honra Ernesto Guerra da Cal (que já participara, como galego, no I Simpósio Lusobrasileiro sobre a Língua Portuguesa Contemporânea na Universidade de Coimbra em 1967, como antes no IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros na Baía em 1959), e vice-presidentes J. Marinhas e V. Paz Andrade; secretários A. Brea e A. Gil Hernández; vice-secretários J.L. Fontenla e I.A. Estraviz; membros C. Durão, T. Feliz, A. Figueroa, J.M. Montero Santalha, J. Paz, J.J. Santamaria, X. Vilhar Trilho; assessores Herculano de Carvalho, Amadeu Torres, Rosa Sil Monteiro, Orlanda Marina Correia, F. Soares, Pires Laranjeira, Cristina Mello; foi depois “Comissão para a Integração da Língua da Galiza no Acordo da Ortografia Unificada” (1990), e hoje “Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”.

    Entre os comunicados das delegações estava este: “As delegações de Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Brasil ao Encontro de Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa, realizado no Rio de Janeiro, na Academia Brasileira de Letras, de 6 a 12 de maio de 1986, agradecem o assíduo comparecimento às suas sessões dos observadores da Galiza, escritor José Luís Fontenla, professora Adela Figueroa e professor Isaac Alonso Estravís, em representação do professor Ernesto Guerra da Cal, bem como do observador da União Latina, professora Rogéria Cruz./ Rio de Janeiro, 12 de maio de 1986”; assinavam, por Angola, a professora Maria Luísa Dolbeth Costa, por Cabo Verde o embaixador Corsino Fortes, por Moçambique o professor Luís Filipe Pereira, por Portugal o professor Manuel Jacinto Nunes, por São Tomé e Príncipe o professor Albertino Homem dos Santos Sequeira Bragança, e pelo Brasil o acadêmico Austregésilo de Athayde.2 E no “Protocolo do Encontro de Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa, Rio de Janeiro, de 6 a 12 de maio de 1986”, há ainda esta referência implícita à Galiza: “sem referir em particular outras comunidades que têm na lingua portuguesa seu vernaculo”3.

    As IF enviaram uma delegação observadora às sessões de debate do Acordo Ortográfico em Lisboa, em outubro de 1990 na Academia das Ciências de Lisboa, no Salão de reuniões internacionais. J.L. Fontenla e A. Gil Hernández formavam parte da Comissão para a Integração da Língua da Galiza no Acordo da Ortografia Unificada; A. Houaiss assinou (com Nélida Piñon) pelo Brasil, como Secretário da Academia Brasileira de Letras, o comunicado que, em nome dos Estados lusófonos, anunciava o Acordo da Ortografia Unificada de 1990, que rezava: “As delegações de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Portugal com a participação de uma delegação de observadores da Galiza, reunidas em Lisboa…”4; na sua Base XI 2° a), o Acordo inclui as palavras galegas “brêtema” e “lôstrego” entre 19 exemplos de proparoxítonas com vogal tónica fechada, introduzidas em sessão de manhã do 11, redigindo o secretário da Academia Brasileira prof. A. Houaiss, e intervindo Malaca Casteleiro, Albertino Bragança, Lindley Cintra, H. Pereira da Rocha, J.L. Fontenla, Costa Ramalho, Tiago Oliveira, Gil Hernández e M. Veiga5.

    Hoje existe a Academia Galega da Língua Portuguesa (info em http://www.aglp.net/), que já publicou o seu primeiro Boletim e cuja Comissão de Lexicografia está a preparar um vocabulário de “galeguismos” para a ACL e a ABL, com o intuito de incluí-los em futuros dicionários lusófonos.

    [Quando digo “contra vento e maré” não estou a exagerar: todas estas movimentações têm um altíssimo custo pessoal para os seus promotores, enfrentados (sem o buscar) contra toda a aparelhagem do Estado Espanhol na Galiza (à que denomina “Galicia”), sofrendo uma perseguição ferrenha, o banimento de postos do ensino e a administração, e até o exílio]

    Carlos

  23. Xose Luis CASTRO diz:

    O que o ESTADO ESPANHOL está fazendo ao povo na Galiza só porque querem falar GALEGO é TERRORISMO DE ESTADO pago com o dinheiro dos impostos das próprias vítimas!!!

  24. Artur Silva diz:

    Manoel em 20-2-2009 em NOSA TERRA escreveu:

    “”Manoel– / — Atención á promesas sobre o idioma galego orixinal e non falsificado non serve para nada!

    Quintana e Touriño corren grandes riscos de perder as eleccións por faceren a figura da galiña a atravesar a rúa. Chegaran ao poder por causa da lingua, prometeran a implementación do galego. En vez de aplicar o galego nativo e materno recuperando o noso idioma en termos definitivos, colocaran a RAG a producir crioulo de galego con castelán. Ficaran indecisos como a galiña que foi atropelada no medio da rúa. Se fosen decididos hoxe xa o problema da lingua era cousa do pasado. A Galiza recuperara o noso idioma orixinal e a Galiza tiña dato un salto no relacionamento internacional e o noso idioma era usado en todas as áreas. Non necesitabamos de recorrer ao castelán. Así non o idioma nativo non está oficialmente na Galiza e o problema da normalización continúa. Foron a desilusión dos galegos. Podiamos ter xa o noso idioma a dar diñeiro e prestixio á Galiza. Se non perderen o poder e for só un susto non van ter outra oportunidade! Pensen ben.————————————————————————————————————-(Só sei escribir portugués e castelá. Nunca aprendín a norma RAG. . A proba que a norma RAG é crioulo de portugués con castelán é que eu nunca aprendín ese crioulo da RAG , mais escribo case sen erros ese crioulo seguindo este principio– escribo portugués de oído (Acento da cidade de Viseu no centro de Portugal) na norma escrita castelá. Só con ese criterio escribo a norma Rag case perfecta. Nós galegos despois de varios séculos de desalfabetización no idioma materno temos dereito ao galego lexítimo e non a crioulos da Rag para nos illar dos cerca de 250 millóns de irmáns da fala.) “”

    Não é que o Manoel teve razão.

  25. prof dario diz:

    O que acho destes comentários todos é que o principal é que a lingua de CAMÕES se aprende em quase todo o mundo e que a comunidade de Extremadura está fazendo um papel muito importante para a divulgação da lingua portuguesa em querer implementá-la em todos os colegios de primaria como segundo idioma e com continuidade na Secundária…

  26. José Eduardo diz:

    Ouça Português com acento da Índia Estado de Goa:

  27. Luis Santos diz:

    A Junta da Extremadura está a fazer um trabalho linguístico notável. Portugal é o nosso caminho natural para termos acesso ao mar. O idioma português dá-nos a oportunidade de novos mercados nos países lusófonos onde há cerca de 250 milhões de pessoas.
    Sinceramente parabéns pela visão dos dirigentes da nossa Região.

  28. José Martins diz:

    Vídeo promocional da Sessão Inaugural da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), atividade realizada no dia 06 de outubro de 2008 em Santiago de Compostela. No vídeo podem-se ouvir as palavras de Ângelo Cristóvão (secretário da AGLP), João Craveirinha (escritor moçambicano), João Malaca Casteleiro (Academia das Ciências de Lisboa), Artur Anselmo (Academia das Ciências de Lisboa), Carlos Reis (reitor da Universidade Aberta de Lisboa), Evanildo Bechara (Academia Brasileira de Letras), Xoán Antón Pérez Lema (secretário geral de Relações Institucionais da vice-presidência da Junta da Galiza) e José-Martinho Montero Santalha (presidente da AGLP).

    http://gzvideos.info/sessao-inaugural-da-academia-galega-da-lingua-portuguesa/

  29. Ana silva diz:

    O passado 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres, a Marcha Mundial das Mulheres na Galiza mobilizou-se em diferentes cidades da nossa geografia baixo o lema “As Mulheres Trabalhamos, As Mulheres Contamos: Nom solucionaredes a crise a costa dos nossos direitos”. Neste vídeo recolhemos a manifestaçom que percorreu as ruas de Vigo, e também umha acçom da Assembleia de Mulheres de Vigo no Monumento ao Trabalho. Frente à representaçom simbólica exclusivamente em masculino que se faz do trabalho nesta escultura, a Assembleia de Mulheres voltava a recordar a mulheres galegas esquecidas e invisibilizadas pola história, e das que nem existem estátuas, nem ruas. Por isso apostam polo trabalho ativo e nas ruas, por um feminismo independente, que trabalhe cada dia para luitar por um presente diferente no que as mulheres re-escrevam o seu passado e desenhem juntas um futuro bem diferente, sem discriminaçons.

    http://gzvideos.info/dia-internacional-das-mulheres-em-vigo/

  30. Artur diz:

    Por volta de 260 pessoas concentrárom-se no passado sábado na Praça do Toral da capital galega. Xs militantes excarceradxs fôrom recebidxs com um corredor de bandeiras e aplausos e berros de ‘Liberdade patriotas galegxs!’, ‘Defender a Terra nom é delito!’ ou ‘Presxs à rua, a luita continua!’.

    Parabenizárom às ex presxs independentistas Ceivar, a Plataforma Cidadá ‘Que voltem para a casa!’, AMI e o centro social A Fouce. Trás as intervençons de Giana Gomes e Ugio Caamanho, deu-se leitura ou reproduzírom-se em som real as comunicaçons e saudaçons da comuna de presas políticas bascas de Brieva, dos presos independentistas Sánti Vigo e José Manuel Sanches desde Aranjuez, dxs familiares de presxs galegxs de PCE(r) e GRAPO, etc.
    http://gzvideos.info/recebimento-nacional-a-xiana-gomes-e-ugio-caamanho/

  31. Xosé diz:

    Son galego e admiro moito o traballo que é feito pola Junta da Extremadura. Normalmente os políticos dividen os pobos para poderen mandar e gobernar. A Junta da Extremadura ten unha visión moderna e avanzada. Estando a Extremadura no interior de España a Junta inteligentemente entendeu que Portugal está alí ao pé. É por Portugal que os extremeños chegan máis preto ao mar. Co tren de alta velocidade están aínda máis preto de Lisboa do que de Madrid. Non hai dúbida que o interese dos extremeños está en Portugal. O esforzo da aproximación entre pobo da Extremadura e o de Portugal é notábel. A aprendizaxe da lingua portuguesa na Extremadura é un factor fundamental para o desenvolvemento da Región, para a amizade entre pobos irmáns e até para a paz.
    Lamento moito que na Galiza a Xunta non teña homes con H grande como ten a Junta da Extremadura á fronte dos destinos.

  32. Xosé diz:

    O drama da língua Galega/portuguesa na Galiza:

  33. Simon diz:

    Xosé tens toda a razão o berço da língua portuguesa é a Galiza. Nesse berço assiste-se a oficialmente se estar a criar artificialmente uma norma para afastar o galego do português e torná-lo num crioulo do castelhano. Vê este video: http://www.youtube.com/watch?v=sGxxE0DqfQM

    Muitas organizações galegas lutam pela defesa da língua original da Galiza. No Parlamento Europeu a questão tem sido levantada pelos galegos activistas chamados reintegracionistas que defendem a reintegração do idioma galego no universo português e a descastelhanização do idioma. O apoio dos deputados portugueses europeus vergonhosamente não existe, mas foi aprovado com os votos de deputados de outros países uma censura a Espanha e uma recomendação para a defesa da língua nativa da Galiza o português.

    Quase todas as semanas há na Galiza grandes manifestações populares em defesa da língua. Em Portugal nem sequer é notícia. Nas televisões portuguesas passam notícias sem importância de terras e idiomas que não dizem nada a Portugal, mas nada passa pela luta heróica do povo da Galiza na defesa do nosso idioma comum.
    Polícia contra quem defende a língua:

    Para a televisão espanhola é ser radical quem na Galiza quer falar em galego. Os galegofalantes são os originais da Galiza são maioritários e são provocados por espanholistas que vêm de fora da Galiza em autobus pagos pelo governo central e acompanhados com a chamada “polícia nacional” para que as manifestações anti- galego se façam. Os espanholistas falam em “Galicia bilingue” que significa para eles no ensino a língua base seja o castelhano e o galego ser dado como segunda língua aos alunos cujos pais queiram e com uma norma ortográfica oficial castelhanizada. Os galegos querem uma ortografia para o galego semelhante ao padrão português e que seja a língua base no ensino na Galiza e o castelhano ensinado só a quem queira.
    Eis a contra informação que classifica o povo galego como extremistas, radicais, independentistas só porque querem que a sua identidade de galegos não morra:

    De realçar que o galego foi probido na Galiza e os funcionários públicos de origem galega foram trocados por castelhanos há muitos anos e só agora por pressões da União Europeia tem havido algum espaço para os galegos exigirem o seu idioma materno.

    Se a realidade da Galiza não é um caso de Colonização cultural, linguística e política não sei o que é colonização.

  34. amarcelo999 diz:

    Parece-me uma boa ideia o facto dos estremenhos estudarem português. Lástima que este blogue tinha sido invadido por independentistas galegos.

    Galegos independentistas: o povo galego falou e não tem nada a ver com o nacionalismo de aldeia, anacrónico e ultrapassado pela história.

    A história, boa ou má foi aquilo que foi. Na maioria dos países europeus as fronteiras étnicas não coincidem exactamente com as fronteiras políticas.

    Respeito a independência e soberania de Portugal, consequência de mil anos de história, mas tentam voltar aos tempos de Afonso Henriques é uma verdadeira tolice e não adianta nada tentar recuar um milénio no relógio da história.

    Também não concordo com falsos iberismos. Prefiro um Portugal independente aliado e amigo de Espanha no seio da União Europeia, do que tentar ressuscitar iberismos anacrónicos que fracassaram no passado.

    • Humberto diz:

      Espanha é amiga de “PENICHE” continua a roubar a Portugal Olivença Óh amarcelo999. Tem dignidade.

      E quanto às fronteiras étnicas não serem as mesmas que as políticas, salvo raras excepções foram construídas com guerras e são o motivo principal de muitas guerras em que morrem milhares de pessoas em todo o mundo.

      A falta de respeito pelas etnias é hoje o grande potencial motivo da maior parte das guerras.

      A paz no mundo só se tem com o respeito de todos os povos entre si e não uns a dominarem os outros.

      No caso concreto da Galiza ocupada ou não será sempre uma Nação a Espanha no futuro será ou não!

    • Martins diz:

      Veja este video e conclua quem são os extremistas radicais. Meia dúzia de provocadores espanhóis na Corunha vindos de Madrid protegidos pela polícia “nacional” insultando galegos e até portugueses (dizendo que galego e português a mesma merd.. é) perante a multidão de galegos pacíficos só com simples cartazes:

      http://gzvideos.info/en-galicia-en-castellano-accom-ridiculista-na-corunha/

  35. Eduardo diz:

    amarcelo999
    Sou filho de galegos e sinto-me chocado com o seu comentário.
    Tão pouco conheço os comentaristas do blog, mas o seu comentário ofende todos aqueles que são galegos e só querem na sua terra viver como galegos.
    O seu comentário parece a propaganda colonizante dos espanholistas que querem continuar a explorar e segregar linguisticamente e culturalmente os galegos na sua própria terra.
    Quando diz que o povo falou deve estar a referir-se às últimas eleições ganhas pelo PP.
    Nessas eleições deve fazer as seguintes leituras 30% dos eleitores não votaram por não se identificar com nenhum partido, 53% votaram em partidos galeguistas anti PP, 47% votaram no PP. Isto com uma comunicação social espanholista a convencer permanentemente 365 dias no ano a população que os galeguistas são radicais extremistas e de tudo o pior. Toda a comunicação social a favor do espanholismo recebe elevados subsídios de dinheiro dos impostos de todos os galegos ao contrário de quem defende o galego que tudo faz sem nada receber. Não havendo por isso na Galiza condições iguais para todos poderem defender as suas ideias. Até funcionários públicos e professores são despedidos por defenerem o idioma galego. Nesta situação a democracia é um farsa.
    Não quero também de deixar de lembrar que o espanholista do PP Sr. Feijoo ao tomar posse como presidente da Junta da Galiza fez todo um discurso galeguista indo até à lusofonia e lembrando até no final do discurso Fernando Pessoa e suas frases.
    Na Galiza não temos nenhum problema com Dom Afonso Henriques nem queremos andar com a história para trás.
    O povo galego maioritariamente quer viver como galegos e falar e escrever o seu idioma. Quer respeito pela sua identidade, não quer ser colonizado ou assimilado pelos castelhanos.
    Ser galeguista nem sequer significa ser independentista, todos os que conheço defendem um sistema de Reino Unido para a Espanha em que todos os povos tenham os mesmos direitos e deveres e não como hoje em que os castelhanos decidem o futuro e o presente de todas as outras nações que ocuparam contra a vontade dos seus povos. Na Galiza tudo está escrito em castelhano, não se tem autonomia para fazer uma estrada, emitir um rádio local, uma televisão local sem a autorização de Madrid.
    E no que respeita ao idioma o que o Estado espanhol está a fazer na Galiza é um crime cultural que é aproveitar-se do apagamento da escrita e proibição durante séculos em que o galego passou de pais para filhos de ouvido com todas as deturpações daí ressultantes para tentar fazer uma norma de escrever galego/português mas em vês de ser com normas escritas galegas ser com grafia castelhana. Ou seja a colonização da escrita galega.
    Tudo isto o Estado espanhol faz para afastar os galegos dos seus irmãos da fala. Porque os espanholistas dizem e querem tornar uma realidade que o galego é uma lingua só para falar com as VACAS. VACAS isso mesmo é isso que afirmam. Ora não é preciso ser político, muito menos independentista para estar contra isto basta ter dignidade. E os galegos têm! e Muita!

  36. Xosé C. T. diz:

    Tenho 57 anos som empresario galego das minhas empresas dependem case 300 familias, considérome unha persoa de dereita social demócrata, mais galeguista.
    Formo parte daqueles 30% de electores que decidiu nom votar nas ultimas elecçons para o parlamento regional polas seguintes razóns , nom som socialista, nim comunista, nim sequera republicano e nom voto no PP porque para min em primeiro lugar está a Galiza.
    Hai moitos galegos de dereita que votam no PS por causa da lingua nom é o meu caso. Por outro lado hai moitos galeguistas de dereita que votan no PP porque nom som socialistas e nom tenhen a corage de dicir nom a esta “demoracia”.
    O régime espanholista pasa unha mensage errada a través das televisóns e outros medios de comunicaçom que ser galeguista é ser esquerdista, radicais, independentista e por aí fóra……. Isto é completamente falso e a idea de asociar o idioma á política é a forma de prejudicar aínda máis o galego.
    O feito dos esquerdistas seren máis activistas tenhen unha explicaçom, normalmente som persoas que nom tenhen bens e por iso tenhen a liberdade de protestar sem sufrir represalias. Quen tem bens e manifestarse publicamente a favor do galego no caso de ser empresario pasa a ser perceguido polas Finanzas com correcçóns á materia colectável das súas empresas a través de informes falsos até conseguirem descapitalizar as empresas e encerralas. No caso de persoas que tenhan terreos o régime arranja sempre unha utilidade pública para confiscar a troco de case nada as terras de quem se mostrar galeguista.
    Para Madrid ser galego é um crime. Porén ser galego e defender o noso idioma está por enriba de calquera ideología quem politiza o idioma som os espanholistas para o oprimir, facer pasar por cousa radical e esquerdista cando nom o é.
    A censura na Galiza é moi grande para todos aqueles que defendam o galego e desmascarem a política do crioulo castrapo que é a normativa espanholista que pretende afastar o galego do portugués ao usar a norma escrita castelá para escribir o galego.
    Até nos jornais digitais dominados polo BNG como A Nosa Terra e Vieiros os comentarios som apagar e no caso de Vieiros os propios registros dos usuarios som tamén apagar. Todo porque dependem dos subsidios do Estado que retira o dinheiro dos impostos de todos para distribuír só por aqueles que nom defendam o galego.
    Admiro moi o que está a acontecer na Extremadura em relaçom á aprendizage do Portugués. É preciso nom ter medo nim complexos. Em Gibralter os ingleses oficializaram o inglés e o espanhol sem calquera medo dos habitantes quererem ser espanhois.
    Hoje estamos a caminhar para um mundo sem fronteiras em especial na Unióm Europea. Resta aos Estados a defensa da identidade de cada pobo. Espanha polo contrario practica o genocidio cultural incluíndo lingüístico de todos aqueles que nom foren casteláns. Isto contra o que defende a propia Unióm Europea. Estive a ler os comentarios em voso Blog e nom vejo ningúm chamamento ou propaganda independentista como um comentador afirma. Penso que o feito de haber censura na Galiza é a causa dalgúns teren descuberto o voso blog e divulgarem nel a repreçom e desgraza em que vive a nosa lingua común na terra onde naceu.
    Se o Presidente elixido para a Junta da Galiza Sr. Feijoo for um home inteligente oficializa na Galiza de inmediato o espanhol em igualdade co Portugués. Com iso tiraba a gram bandeira da esquerda, acababa para sempre coa cuestióm do idioma e abría as portas do mundo á Galiza pois pasaba a comunicar com máis de 600 millóns de persoas em todo o mundo. Som a favor dunha Galiza Bilingue mais cos dous idiomas fortes em igualdade e nom coa supremacia do castelán como os espanholistas ditos bilingues querem.

  37. Carlos de Sousa diz:

    Sou português de Lisboa e tive o azar de à cerca de 2 meses atrás ir passear para a Galiza no fim de semana e ter o dia estragado por assistir ao seguinte:
    1- Chegada de autocarros de espanhois vindos de Madrid e de outras cidades espanholas para fazerem uma manifestação de provocação aos galegos.
    2- Chegadas em viaturas várias de polícia vinda de fora da Galiza para proteger o pessoal provocador de fora vindo em autocarros.
    Os provocadores começaram com palavras de ordem contra galegos e até contra portugueses como se houvesse algum motivo para sermos para ali chamados.
    A polpulação galega sem violência começou a levantar cartazes onde dizia simplesmente : Na Galiza em Galego.
    A polícia criou um ambiente de violência nunca visto contra o povo galego incluindo tiros. Tive de fugir e regressei a Portugal com a minha mulher e os filhos, não era ambiente para quem foi à Galiza para descançar. No hotel ao ver os canais de televisão parecia ilusionismo os agressores eram apresentados como gente de bem e as vitimas como radicais. Coisa assim nunca vi.
    Este site está ligado a professores linguísticos então vejam este vídeo para compreender melhor a situação dramática do povo galego:
    http://gzvideos.info/vilinguismo/

  38. Xosé diz:

    É moito bo para a Extremadura e seu pobo o Goberno da Junta estar empeñado na divulgación da cultura e idioma portugués en toda a Comunidade Autónoma. Infelizmente nós na Galiza non temos esa sorte. Parabéns Sr Presidente da Junta da Extremadura e vexa se consegue convencer os políticos da Galiza a ensinaren tamén aquí o portugués na terra onde el naceu para ben da Galiza, do seu desenvolvemento e do seu pobo.

  39. amarcelo999 diz:

    Uma imagem vale mais do que mil palavras. A imposição linguística e a corrupção nacional-socialista provocaram a derrota desses radicais.

    Continuem a falar em nome da Galiza. O povo segue outro caminho e não tem nada a ver com vocês.

    «Viver em galego» não quer dizer perseguir nem discriminar os castelhano-falantes. Conheço várias cidades galegas. Nem em Vigo nem na Corunha ouvi uma só palavra em galego. Acho que vocês vivem num mundo imaginário e onírico, afastado da realidade.

    A maior desgraça do Galego é o facto da sua defesa ter sido monopolizada por grupos radicais e mais totalitários do que aqueles que pretendem combater.

    Se em Badajoz fala-se português, na Galiza fala-se castelhano, pese a quem pesar.

    Viva a Galiza Bilingue!
    Viva Espanha!

    • Fernando Relvas diz:

      Adjectivar os galegos de radicais ou de extremistas é a proba que non hai liberdade de prensa na Galiza. Os medios de información toman o partido dos colonizadores, non informan. Serven o terrorismo de Estado. Presentan á poboación e á Galiza, por quen estes heroes loitan, os heroes galegos como xente mala e radical, Cando só loitan contra o radicalismo colonial na defensa da súa lingua e cultura. En fin contra o xenocidio que o Estado español practica na Galiza.

    • Humberto diz:

      A mim me parece que os galegos não são radicais. Estão na sua terra e sofrem uma colonização das mais antigas do mundo. Os imigrantes castelhanos é que estão a querer impôr aos nativos a sua cultura e idioma. Não há maior radicalismo do que um Estado ocupar outro e manter a situação pela força contra a resistência do povo. É esta a minha opinião.

  40. LUIS Simon diz:

    “amarcelo999” Se és galego tens uma constituição genética anormal porque segundo estudos recentes de uma universidade norte americana sobre a origem dos povos ibéricos está provado cientificamente baseado na população masculina na transmissão do cromossoma (Y ) que os homens passam de geração para geração, analisaram as marcações do cromossoma (Y) e concluíram que em média cada homem tem a seguinte constituição genética: Galegos , Asturianos e Portugueses : 75% tribos Celtas da civilização Castreja,10 % de Árabes,10 % de Judeus e 5% outros. É por isso que os galegos embora ocupados hà séculos e com toda a propaganda do ocupante esrão longe de serem um povo assimilado. Leia o comentário de: “Xosé C. T.” e concluirá que a maioria da população galega é galeguista e se fizerem a descolonização com a saída da Galiza dos castelhanos que imigragram para a Galiza essa verdade ainda é maior.
    O próprio idioma oficial na Galiza é um crioulo de português com espanhol nomeadamente não só a RAG mistura palavras castelhanas no galego como aplica as normas ortográficas castelhanas e não as galegas Leia este comentário publicado na A nosa Terra:

    “”Souto— Os ditongos nazais “ão” “ãos” são galegos desde o nacemento do idioma, a RAG está a querer roubarnos e falsificar o galego com normas ortográficas castelás.

    Hai muitos galegos que pensam que os ditongos nazais foi feito polos portugueses. Isso não é verdade. Os ditongos nazais como “ão”” ãos” existem na lingua galega desde o documento máis antigo escrito em galego reconhecido por Espanha. O Rei D. Afonso IX em 1228 no documento oficial -O Foro do Burgo de Castro de Caldelas- incluía as palabras: mão, mãos, vilão, vilões. Posteriormente o Rei de Castela e Leão D. Afonso X o SÁBIO escrevia em galego as cantigas de amigo e de escárnio e mal dizer, cantigas de Santa Maria, cancioneiro sobre a virgem Santíssima num total de 430 composições. Respeitaba as normas da ortografia galega como dobrar a letra S entre duas vogais para não se ler como se fosse Z como vassalagem . Ditongos ão, aos, õe, ões.Faça como o Sábio escreva normalização em galego. O Sábio escrevia força com Ç, gente respeitando a origem das palavras Já, Ge, Gi, Jo, Ju e não o crioulo Xa, Xe, Xi, Xo, Xu. Não usava Ñ nem LL mas a grafia galega NH e LH.A norma da RAG é que está a deturpar o idioma galego ao escribir na norma castelá roubando os ditongos nazais característicos da cultura original e idioma galego. Em Portugal hai documentos máis antigos escritos por galegos do norte do río Minho onde os ditongos nazais são escritos. Além disso a grafia da Rag quando difere do padrão galego-portugués não é aceptado no galego original. Todo isto porque a Rag está a crioulizar o galego tirando vantage do apagamento da escrita na Galiza. Esta falsificação do idioma galego que a RAG fai é política para que os galegos fiquem isolados no mundo cum dialeto que só dá para falar com Vacas. Veja outras normas importantes que a RAG não respecta:”””””http://www.youtube.com/watch?v=sGxxE0DqfQM

    Outro comentário que é bem significativo da falsificação do galego pela RAG

    “”Fernandes””””Como se prova que galego e português é o mesmo idioma a norma RAG é uma tentativa de colonização espanhola da escrita galega.
    Do texto oficial mais antigo escrito em galego por D Afonso IX em 1228 vamos analizar as seguintes palavras:-Galego de 1228: Mão, Mãos (português actual: Mão, Mãos); ( RAG: Man, Mans).- Galego de 1228: Faço ( português actual: Faço); ( RAG: Fago). -Galego de 1228: Sua ( português actual: Sua); ( RAG: Súa).- Galego de 1228: Quiser ( português actual: Quiser); ( RAG: Quixer). -Galego de 1228: Esse ( português actual: Esse); ( RAG: Ese).- Galego de 1228: Quantos ( português actual: Quantos); ( RAG: Cantos).- Galego de 1228: Qual ( português actual: Qual); ( RAG: Cal). -Galego de 1228: Força ( português actual: Força); ( RAG: Forza).- Galego de 1228: Um ( Português actual: Um); ( RAG: Un). -Galego de 1228: Uma ( português actual: Uma); ( RAG: Unha).- Galego de 1228: Duas ( português actual: Duas); ( RAG: Dúas).- Galego de 1228: Vassalos ( português actual: Vassalos); ( RAG: Vasalos). -Galego de 1228: Vendam ( português actual: Vendam); ( RAG: Vendan).- Galego de 1228: Juizo ( português actual: Juizo); ( RAG: Xuizo). Conclusão a norma portuguesa é igual ao galego de 1228 e a norma RAG é diferente EM TODAS ESTAS PALAVRAS E TODAS AS DERIVADAS DESTAS E AINDA DE MUITAS OUTRAS QUE NÃO CABEM DENTRO DESTE COMENTÁRIO. Conclusão Final: A norma ortográfica da RAG é espanhola e não galega. A RAG faz colonização linguística. O galego original e o português é o mesmo idioma. Os ditongos nazais “ão” e ”ãos” e o “S” entre duas vogais ter de ser dobrado para não ser lido como “Z” e o “ç” “Já” “Ge” “Gi” “Jo” “Ju” em vez de castrapo (“Xa” “Xe” ” Xi” “Xo” “Xu”) e outras normas do padrão universal do idioma galego existem pelo menos desde1228. A norma: http://www.youtube.com/watch?v=sGxxE0DqfQM

    Outro ainda que reforça a falsificação do idioma por motivos políticos de afastar os galegos das suas origens.

    “”Artur__Tens razão Fernandes Palavras a terminar em “ción” é espanhol. Em galego essas palavras sempre terminaram em “çom” ou em “ção”.
    O Rei D. Afonso IX era leonês, escrevia em galego razoavelmente como exemplo no documento oficial reconhecido por Espanha como o mais antigo escrito em galego. Nesse documento ” O Foro do Burgo de Castro de Caldelas” D. Afonso IX incluía as seguintes palavras: mão, mãos, vilão, vilões, faço, sua, quiser, esse, quantos, qual, força, um, duas, vassalos, vendam, juízo. Conclusão a norma portuguesa actual nestas palavras é igual ao galego de 1228 escrito por D. Afonso IX. Pelo contrário na norma RAG por ter uma ortografia castelhana estas palavras são assim escritas: man, mans, vilón, vilóns, fago, sua, quixer, ese, cantos, cal, forza, un, dúas, vasalos, vendan, xuizo.. Conclusão Final: A norma ortográfica da RAG é espanhola e não galega. A RAG faz colonização linguística. O galego original e o português é o mesmo idioma. Os ditongos nazais “ão” e ”ãos” e o “S” entre duas vogais ter de ser dobrado para não ser lido como “Z” e o “ç” “Já” “Ge” “Gi” “Jo” “Ju” em vez de castrapo (“Xa” “Xe” ” Xi” “Xo” “Xu”) e outras normas do padrão universal do idioma galego existem pelo menos com o reconhecimento de Espanha desde1228. O Foro do Burgo de Castro de Caldelas é o documento oficial escrito em galego mais antigo em Espanha. Existem em Portugal documentos mais antigos e posteriores escritos em galego por galegos do norte do rio Minho e não por um rei leonês em que a concordância com a grafia do galego e do português é total em particular nas palavras terminadas na norma RAG em “ción” que em galego nunca tiveram essa terminação mas umas em “Çom” e outras em “Ção”. Após uma reforma estas palavras passaram todas a terminar em “ção” A norma: http://www.youtube.com/watch?v=sGxxE0DqfQM

  41. Vidal diz:

    O réxime transformou o castelán con todo o poder represivo nunha raposa, e o galego nunha galiña submissa. O movemento Galiza bilingue quere pór raposa e galiña pechadas na mesma capoeira. Chaman a isto liberdade. Cal o resultado?

    Con toda o protección do Estado, represión policial e da comunicación social a manipular as informacións a favor da defensa do castelán que coloniza e domina durante séculos na Galiza sen que ninguén se preocupe co galego, vén agora o argumento da Galiza Bilingue con Liberdade é ridículo. Como se pode dar liberdade a unha galiña no mesmo espazo que unha raposa? Que tipo de comunicación social que toma partido e usa todas as técnicas de convencimento e que clasifica de radicais os galegos que queren só vivir e falar como galegos na Galiza? Teñan vergoña. A CAUSA DO PROBLEMA È A OCUPACIÓN CASTELÁ. Non hai nada máis extremista e RADICAL do que un Estado veciño ocupar e colonizar culturalmente o outro durante séculos. Isto está a facer a España á GALIZA. Negar en pleno século XXI o dereito á autodeterminación conforme está consagrado na CARTA das NACIONS UNIDAS….. e aínda promover manifestacións colonizantes coa policía fardada a participar e outra parte da policía a cargar sobre o pobo da terra. Cos civís da étnia ocupante a gritar xunto dos que viñeran de fóra que a policía é súa amiga. As forzas da “orde” na verdade desorde a practicar terrorismo de Estado pagado co diñeiro dos impostos cobrados á propias vítimas. ISTO SI é EXTREMISMO e Radicais colonizadores. A comunicación social controlada polo réxime colonial a presentar as vitimas galegas como os malos e os provocadores de fóra como os bos. É crime mentir e manipular os feitos para colocar a poboación contra quen ten razón e dignidade se sente ocupado e provocado na súa terra polos de fóra. Liberdade para a Galiza e para os galegos . Para os espanholistas a palabra liberdade significa opresión para os nativos da Galiza e liberdade para os colonizadores continuaren a explotar e colonizar os galegos. Dúas formas de liberdade! San moitos os crimes contra a humanidade practicados polo Estado español na Galiza, desde Calúnia, Coacción, Agresións físicas , Morais, Intlectuais, Colonialismo, Prisións ilegais sen culpa formada só por ideas políticas, Xenocidio cultural, Físico e outros crimes . Pregunto onde está o Juíz Justiceiro Baltazar Garzon? È Justiceiro ou serve un réxime criminoso? Cando abre un proceso contra o Estado español?

  42. amarcelo999 diz:

    Porquê gostam de parasitar um fórum estremenho? Vocês não dispõem já de Arroutada Notícias, Vieros e outras webs para largar o vosso veneno? Numa Europa sem fronteiras o nacionalismo de aldeia é anacrónico e está fora de lugar.

    Não sou galego. Sou apenas um dos muitos castelhano-falantes que pensamos que já é tempo de acabar com o desencontro histórico entre Espanha e Portugal e sou totalmente contrário a esse etnicismos anacrónicos e ultrapassados.

    Se em Badajoz fala-se português, na Galiza fala-se também castelhano, pese a quem pesar.

    • António diz:

      Son castellano, mas hasta hoy no entiendo porque el Estado español no acaba con la “colonización”. Los gallegos no son inferiores a mí. Tienen el derecho de mandar en su tierra. Será que no podíamos vivir todos bien como vecinos? El Estado español por mantener un régimen de relación colonial, degrada las relaciones entre pueblos. Cualquier día sólo restará el odio.

  43. Rui diz:

    Ó “amarcelo999” Nós galegos não somos parasitas nem defendemos nacionalismo de aldeia. Quem é anacrónico é o Estado espanhol que está a dividir os galegos dos restantes irmãos da fala ao gastar o dinheiro dos nossos impostos a crioulizar a escrita do galego. Tu podes escrever e falar em castelhano que é o teu idioma e nós não temos o mesmo direito em relação ao nosso idioma materno. Enquanto houver um galego este crime cultural praticado pelo Estado espanhol será denunciado ao mundo. Queremos falar e escrever em galego e não uma escrita crioulizada, queremos conviver com todos os povos e em especial com os 250 milhões de irmão da fala. Para ti isto é nacionalismo de aldeia? Então isola-te que nem numa aldeia cabes. Nós galegos não temos nada contra os castelhanos queremos é viver em liberdade e manter a nossa cultura viva. Porém o Estado espanhol não nos deixa na Galiza viver como Galegos… Quem tem feito e faz as fronteiras entre povos é o Estado espanhol que ainda até há pouco tempo para irmos a Portugal tinhamos de dizer que íamos lá comprar toalhas. Por isso celebramos o dia da TOALHA. Já alguma vez viveste colonizado? Então se não sabes o que é não comentes.

  44. Rui diz:

    Dia da Toalha:

    Quem divide os povos é o Estado espanhol. Os galegos não querem fronteiras nem com os irmãos portugueses nem com os vizinhos castelhanos…

  45. amarcelo999 diz:

    O galego é língua co-oficial na Galiza junto com o castelhano. São co-oficiais o bretão, o corso, o galês o ocitano, o basco e o catalão na França. Têm por acaso um governo e parlamento próprios? Para serem “oprimidos” vocês gozam duma opressão de luxo.

    • Rui diz:

      “”amarcelo999″” Os teus comentários são piores que NAZIZ. O próprio Hitler não os fazia. É por existirem pessoas como tu que o mundo vive em guerras permanentes.
      Na Galiza o idioma oficial só pode ser o galego porque é o único da Nação. O espanhol e o inglês devem ser estudados no ensino só por interesse comercial um por vizinhança e outro pela força que tem no mundo. O teu fundamento de “co-oficial” é completamente ilegítimo na Galiza face ao direito internacional, porque a constituição espanhola aplicada na Galiza é ilegal não respeita a Carta das Nações Unidas. O tempo dos povos colonizados já passou. Hoje todos temos os mesmos direitos. Em Castela além do castelhano qual é o outro idioma co-oficial?

  46. amarcelo diz:

    Infelizmente para ti os teus conterrâneos não comungam com essas rodas de moinho etnicistas e votam em partidos espanholistas.

    Grande azar. C’est la vie!

  47. amarcelo999 diz:

    No que diz respeito à autodeterminação, vou transcrever directamente um texto de Antonio Robles, deputado de Cidadãos por Catalunha:

    El derecho a la autodeterminación

    LA CONSTITUCION NO CONTEMPLA EL DERECHO A LA AUTODETERMINACION NI LAS COMUNIDADES AUTONOMAS TIENEN POTESTAD PARA LLEVAR A CABO UN REFERENDUM QUE NO ESTE PERMITIDO. LAS REGLAS PUEDEN CAMBIAR PERO MIENTRAS TANTO SOLO NOS RESTA CUMPLIRLAS.

    ANTONIO ROBLES

    Andan levantiscos los hacedores de patrias, por estos lares. Carod-Rovira, de ERC pone el 2014 como fecha aniversario de los 300 años de la guerra de sucesión para realizar el referéndum de autodeterminación, y el lehendakari Ibarreche, el 25 de octubre de 2008, por el bombardeo de Guernica. Una y otra fecha son efemérides, la superstición de los números. El mal de la mística de todos los agoreros de catástrofes.

    Hasta hace bien poco llevaban y traían resoluciones de las Naciones Unidas para legalizar sus pretensiones secesionistas. Antes mentían, ahora añaden demagogia. Es vergonzoso escuchar al lehendakari decir con voz afectada de cordero degollado: «de qué sirve el autogobierno vasco, ser lendakari de este país si no puedo preguntar a los hombres y mujeres qué pensáis de las cosas». Es difícil encontrar ejemplo de demagogia en fondo y forma tan estomagante.

    Durante años manipulado los textos jurídicos de la ONU y han desinformado a sus camadas. No nos extrañemos ahora, que estos jóvenes exijan sin mentir, lo que sus mayores les enseñaron mintiéndoles.Y así se escudan en la resolución 15.214/XV de 14 de diciembre de 1960 de la Naciones Unidas, que dice: «Todos los pueblos tienen el derecho de autodeterminación; en virtud de este derecho, determinan libremente su condición política y persiguen libremente su desarrollo económico, social y cultural». Idéntico contenido sostiene el Pacto Internacional de Derechos Civiles y políticos de 1966.El problema es que, además de afirmar ese derecho de autodeterminación, a continuación especifica sus límites, pero los nacionalistas se lo callan: «Todo intento encaminado a romper total o parcialmente la unidad nacional y la integridad territorial de un país es incompatible con los propósitos y principios de la Carta de las Naciones Unidas». Una selección de citas propia de nacionalistas.

    Su determinación a manejar el pasado a su antojo, no tiene límites.Se suelen amparar en la resolución 2.625 de 24 de octubre de 1970 donde se vuelve a hablar de autodeterminación: «En virtud del principio de igualdad de derechos y libre determinación de los pueblos, consagrado en la Carta de la Naciones Unidas, todos los pueblos tienen el derecho de determinar libremente, sin injerencias externas, su condición política y de procurar su desarrollo económico, social y cultural, y todo Estado tiene el derecho de respetar este derecho de conformidad con las disposiciones de la Carta ( ) El establecimiento de un Estado soberano e independiente o la adquisición de cualquier otra condición política libremente decidida por un pueblo constituyen formas de ejercicio del derecho de libre determinación de un pueblo».

    Aparentemente, dicho párrafo no deja lugar a dudas; eso sí, a condición de que no se lean los que le siguen: «Ninguna de las disposiciones de los párrafos precedentes no se entenderá en el sentido que autorice o fomente cualquier acción encaminada a romper o menoscabar, total o parcialmente, la integridad territorial de los Estados soberanos e independientes que se guían en conformidad con el principio de igualdad de derechos y de libre determinación de los pueblos antes descritos y estén, por tanto, dotados de un gobierno que represente la totalidad del pueblo perteneciente al territorio, sin distinción por motivos de raza, credo o color».Pero esto ya no lo citan. Así construyen la historia.

    Efectivamente, el derecho de autodeterminación fue incluido en las disposiciones de las Naciones Unidas porque se pretendía amparar a aquellos territorios injustamente dominados y colonizados por metrópolis ajenas. Su objetivo era restablecer las condiciones de justicia rotas por el imperialismo; pero en ningún caso alterar la estabilidad entre Estados ya establecidos y asentados sin problemas de colonización. La resolución 2160/XXI de 30 de noviembre de 1966 exige a los Estados consolidados que « adopten todas las medidas necesarias con el objeto de facilitar el ejercicio del derecho a la autodeterminación de los pueblos bajo dominación colonial». No habla del resto de Estados, sólo de los dominados colonialmente. Incluso ya se declaró por parte de los Estados miembros en las Relaciones Amistosas de 1970 que tal derecho de audeterminación sólo se podía contemplar en tres supuestos: que el territorio esté sometido a colonización; que en todo caso el sujeto de ese derecho es todo el Estado y no una parte de él, y que la secesión queda excluida excepto cuando se trata de la colonización de un Estado por otro.

    La Constitución española, a su vez, no contempla el derecho a la autodeterminación ni las Comunidades autónomas tienes potestad para llevar a cabo referéndum alguno que no esté permitido por el Estado. Esas reglas se pueden cambiar, hay mecanismos para ello, pero mientras tanto, sólo nos resta cumplirlas.

    En la convulsión de la última guerra de los Balcanes, La Comunidad Internacional ha reconocido los hechos consumados consecuencia de una guerra. No parece ese el mejor camino para conseguir legalidad internacional. Y sin embargo, también este dato es utilizado por el nacionalismo para forzar algún tipo de legitimación internacional a sus pretensiones separatistas. Parecen no darse cuenta de la gravedad de dicho fundamento bélico.

    ¿Alguien estaría dispuesto a cambiar la independencia de Cataluña por la vida de uno sólo de sus seres queridos? ¿Alguien invertiría la vida de un hijo, de la esposa, del hermano, del abuelo o el amigo en la independencia nacional? No vale girar la cara para otro lado. Las convulsiones no las llevan a cabo sólo un grupo de iluminados, las permitimos la mayoría.

    Antonio Robles, diputado de Ciutadans en el Parlament.

    • Fernando Relvas diz:

      Gente como tu faz-me muita falta para eu ganhar mesmo muito dinheiro. Sou psiquiatra como o Joaquin.

      Sou ainda GALEGO para teu desgosto, mas sei escrever o meu idioma materno e ainda fui obrigado a aprender o teu na humilhante colonização em que vivo.

  48. Rui diz:

    “amarcelo” Já vi que és um espanholista confesso. A condição de Nação colonizada é hoje um facto na Galiza óbvio.
    O povo nativo mesmo com toda a propaganda e falta de liberdade de expressão existente na Galiza com muitos presos políticos votou maioritariamente contra Espanha.
    53% dos votos foram divididos mas em forças políticas contra a ocupação castelhana.
    30% nem sequer votaram por não se identificarem com o regime colonial.
    O PP com uma minoria tem mais um lugar no parlamento regional devido às regras do jogo serem impostas pelos espanhóis.
    Bastava o presidente da Junta ser eleito por voto secreto e directo que a colonização da Galiza terminava em pouco tempo.
    A maioria dos votos são galeguistas mesmo estando com direito a voto muitos imigrantes castelhanos residentes em nossa Nação Galega.
    És um castelhano que escreves bem português mas não sabes nada de matemática, senão vias o que é ridículo afirmar que a maioria dos galegos são traidores à sua Pátria.

    O povo quer a autodeterminação e o Estado espanhol não arrisca o referendo porque sabe que perde:

    http://gzvideos.blip.tv/#532366

    http://gzvideos.blip.tv/#927785

    Em nenhuma nação colonizada se viu o que se passa na Galiza a polícia fardada com cacetete no ar a participar à frente nas manifestações. Espanha não é sequer um Estado de direito. Tem polícia indisciplinada e não tem Lei:

    Estes 3 gatos pingados e mal educados é a tua maioria:

    http://gzvideos.info/en-galicia-en-castellano-accom-ridiculista-na-corunha/

  49. JOAQUIN diz:

    ” em Maio 11, 2009 às 8:28 pm” 22amarcelo999″em Maio 11, 2009 às 8:28 pm Responder , amarcelo999,Gente como tu é muito bom para min porque me faz gahar muiito dinheiro, poderia haver mais gente a pensar como tu porque eu facava rico—Sou Psiquiatra!. assim infelizmente não e os nosso psiquiartras não até em trabalha,mais sem resuldados compensasores, Os malucos à solta como tu não têm cura a humnidade dos gaegos p0de ajudae mas não tens cura.. antes do 1000 ficas na históris dos malucos, Por causa de lmalucos como tue quem á está maisa perto começarem a ebentatar armas de origem de leste de destruição Infelizmente a galiza só terá a sua librrdadeatravés da luta diplomática e armada Os catelhanos que usam a lingua original da galiza mas são anti- galegos vão ter um fim triste na Galiza como todos os colonos tveram quando caíram nas mão de povo que colonizavam. Galiza não é excepção.

    • amarcelo999 diz:

      Psiquiatra? Tu és apenas um analfabeto ignorante que nem sabes escrever na tua língua? Por acaso és português? Não serás um galeguinho impostor a largar tolices no computador?

      Não me faças rir, seu maluco!

      Viva Espanha!
      Abaixo o seeparatismo!

      • Fernando Relvas diz:

        Debaixo da colonização e censura os verdadeiros galegos garantem que o idioma não morre.Também durante a ocupação secular árabe se falava galegoe se escrevia na norma gráfica árabe. Chamava-se o Galegomoçarabe. Depois da reconquista cristã foi recuperada a grafia galega na Galiza e em Portugal. Na Galiza hoje a RAG tem a grafia castelhana. Em Portugal mantem-se a grafia nas normas galegas . Com a Galiza descolonizada a grafia original da Galiza será recuperada. Nenhum povo aceita escrever o seu idioma nativo na norma de outra língua extrangeira.

  50. Xana diz:

    Vamos todos festejar o 25 de Maio dia do orgulho lusista:

    http://agal-gz.org/blogues/index.php/ddooler08/

  51. Simão diz:

    “amarcelo999” O teu ponto de vista está completamente errado.

  52. João Lopes diz:

    A Junta da Extremadura está de parabéns pelo sucesso da aprendizagem do português na Região.

  53. amarcelo999 diz:

    «O povo nativo mesmo com toda a propaganda e falta de liberdade de expressão existente na Galiza com muitos presos políticos votou maioritariamente contra Espanha.
    53% dos votos foram divididos mas em forças políticas contra a ocupação castelhana.»

    Detidos políticos? Estás a brincar? Terroristas confessos y aprendizes de assassinos que graças a terem sido encarcerados não puderam concluir a sua triste tarefa.

    Na realidade, o povo galego faz burla de vós, separatistas amargurados, está farto da imposição linguística e mais uma vez disse NÃO, nas eleições autárquicas e além disso nas europeias. Não se deixou apavorar por vós ou vocês (como mais gostarem), fósseis do Jurássico, celacantos da política. O vosso nacionalismo de aldeia está totalmente ultrapassado e não convence a ninguém. E lá vai mais uma vez:

    Viva Espanha!
    Abaixo o separatismo!
    Viva G.B.
    Não à imposição!

    Se os Inquisidores de Arroutadas apagam os meus comentários, aqui não poderão fazê-lo. Lixem-se!

    • Juan diz:

      A España no quiere que los gallegos hablen y escriban bien el idioma gallego-portugués porque eso proyectaba a Galicia en las relaciones internacionales con pérdidas políticas para España. Hasta que en fin que aparece alguien que de una forma directa dice la verdad. Sin embargo eso es falta de visión de algunos Madrileños . Con el Estado español organizado de otra forma eso sería una ventaja.

  54. amarcelo999 diz:

    «A Junta da Extremadura está de parabéns pelo sucesso da aprendizagem do português na Região.»

    Concordo inteiramente com esse comentário, mas isso não tem nada a ver com estes galegos separatistas, retrógrados e chupistas, que vêm parasitar webs alheias porque mesmo os seus conterrâneos não querem ler as suas.

    • Simão diz:

      Hó amarcelo999 chupistas não são os reintegracionistas e nem os lusistas que defendem a recuperação do idioma galego a troco de nada.
      Pelo contrário são prejudicados profissionalmente e perseguidos pelo poder de Madrid.

      Os isolacionistas sim são uns chupistas tens toda a razão.
      Vivem dos subsídios de Madrid para gerar a divisão entre os galegos e a deturpar o idioma galego com o objectivo de o destruir.
      Os isolacionistas da RAG criaram uma norma de escrever galego-português com normas ortográficas castelhanas e misturam no galego palavras e terminações de palavras castelhanas. Tiram partido da proibição do galego, do apagamento da escrita durante séculos e do desalfabetismo da população em galego.Tudo isto é feito porque os isolacionistas são uns chupistas .

      Agora os que defendem o galego verdadeiro a troco de nada e ainda são perseguidos são uns heróis!

  55. amarcelo999 diz:

    «És um castelhano que escreves bem português mas não sabes nada de matemática, senão vias o que é ridículo afirmar que a maioria dos galegos são traidores à sua Pátria.

    O povo quer a autodeterminação e o Estado espanhol não arrisca o referendo porque sabe que perde:»

    Dois e dois fazem quatro aqui e em Pekim. Os resultados das eleições são indubitáveis e por duas vezes o povo galego lançou-vos no contentor de lixo que vos corresponde e donde nunca vocês deveram sair.

    E para mais desgraça, o nacionalismo galego encontra-se sequestrado pela estrema esquerda o que ainda resta mais as suas possibilidades.

    Durante várias semanas nas webs nacionalistas convocavam uma e outra vez os galegos para se deslocarem a Santiago e participar numa contra-manifestação para boicotar e apavorar os bilingues. Calcularam mal, o tiro saiu pela coronha e só conseguiram exacerbar os ânimos dos vossos conterrâneos contra a imposição e o sequestro da língua galega da parte dos grupos fundamentalistas.

    “Esses três gatos pingados” eram nacionalistas galegos disfarçados a fazerem palhaçadas e a tentar ridiculizar os seus adversários. Não tentes fazer batota e enganar com essas mentiras ridículas.

    • Ramirez diz:

      O amarcelo999 ten un complexo cos lusistas.
      Saberá el o que é iso de lusismo?
      Un lusista é unha persoa que se asume como descendente dos lusitanos.
      Na súa constitución xenética os galegos son 75% descendentes de lusitanos segundo un estudo científico recente dunha universidade norteamericana.
      O amarcelo999 ou é colono ou ten complexos coa súa orixe.
      Se é colono e non respecta os naturais da Galiza debe mudar de comportamento e agradecer a hospitalidade dos galegos. Se non é colono xa hai o dito: Hai sempre unha ovella negra na familia……..

  56. Rita diz:

    Adjectivar os galegos de radicais ou de extremistas é a proba que non hai liberdade de prensa na Galiza. Os medios de información toman o partido dos colonizadores, non informan. Serven o terrorismo de Estado. Presentan á poboación e á Galiza, por quen estes heroes loitan, os heroes galegos como xente mala e radical, Cando só loitan contra o radicalismo colonial na defensa da súa lingua e cultura. En fin contra o xenocidio que o Estado español practica na Galiza.

  57. Ramirez diz:

    O amarcelo999 ten un complexo cos lusistas.
    Saberá el o que é iso de lusismo? Un lusista é unha persoa que se asume como descendente dos lusitanos.
    Na súa constitución xenética os galegos son 75% descendentes de lusitanos segundo un estudo científico recente dunha universidade norteamericana.
    O amarcelo999 ou é colono ou ten complexos coa súa orixe. Se é colono e non respecta os naturais da Galiza debe mudar de comportamento e agradecer a hospitalidade dos galegos.
    Se non é colono xa hai o dito: Hai sempre unha ovella negra na familia……..

  58. Guilherme diz:

    A Galiza é o Berço da Língua Portuguesa. O idioma português nasceu na Galiza. Por isso galego limpo de castelhanismos é português, como castelhano é espanhol e ninguém coloca em causa.
    Temos de separar a política da cultura.

    • Soares diz:

      O galego e o português foram o mesmo idioma falado e escrito até que os castelhanos o proibiram na Galiza e substituiram os funcionários galegos por castelhanos.

      São os chamados séculos escuros. A língua não morreu mas ao passar de pais para filhos durante várias gerações de ouvido sem escrita foi-se deturpando.

      A colonização forçada do castelhano que sofreram os galegos também crioulizou o idioma.

      Assim no século XIX quando surgiu o “Rexurdimento” o idioma estava muito enfermo e até hoje o Estado espanhol tem aproveitado essa enfermidade para dividir o povo galego e evitar a recuperação real e natural da língua.

      O idioma Galego limpo da humilhação dos séculos escuros de opressão cultural e linguística actualizado é português. Tudo o resto é política colonialista para manter o domínio colonial do castelhano.

      Durante a época mediaval o galego foi idioma muito mais importante do que o castelhano. Foi o segundo idioma mediaval logo a seguir ao ocitano.

      É um crime colectivo e cultural o que Espanha está a fazer na Galiza ao tentar por um lado impôr o castelhano e enquanto não é conseguido, aproveitam-se da desalfabetização imposta pelos castelhanos aos galegos no seu idioma materno para imporem oficialmente o crioulo castrapo da RAG.

  59. amarcelo999 diz:

    «Adjectivar os galegos de radicais ou de extremistas é a proba que non hai liberdade de prensa na Galiza. Os medios de información toman o partido dos colonizadores, non informan.»

    O nacionalismo galego é minoritário. A maioria dos galegos sentem-se galegos e espanhóis.

    • Soares diz:

      “A maioria dos galegos sentem-se espanhóis.”

      Esta é a tua opinião mas errada.

      Se isso é verdade porque tem medo a Espanha de fazer um referendo sobre a autodeterminação na Galiza?

      Mesmo com direito a voto dos espanhóis que foram viver para a Galiza a Espanha perdia.

      O Estado espanhol não tem dúvida da derrota e que um referendo legitimava internacionalmente a independência da Galiza.

      O mesmo se passa na Cataluna e País Basco.

      Já que estás tão certo porque Espanha não faz o referendo para calar a boca aos independentistas???????

      Deixa-te de ideias colonialistas que não são aceites no século XXI. Ninguém gosta de ser colonizado.

  60. amarcelo999 diz:

    «A Galiza é o Berço da Língua Portuguesa. O idioma português nasceu na Galiza. Por isso galego limpo de castelhanismos é português, como castelhano é espanhol e ninguém coloca em causa.

    Temos de separar a política da cultura.»

    A política não tem nada a ver com a cultura, mas mil anos de separação fizeram do português uma língua com personalidade própria, emparentada com o galego, mas diferente.

    Na Galiza ou Gallaecia (em sentido amplo) nasceu o galaico-português. Ambas as línguas, galego e português, derivam-se dessa raíz comum, do mesmo modo que português, galego e castelhano são línguas românicas derivadas do latim.

    A maioria dos galegos têm grandes dificuldades em compreender o português falado.

    Muitos portugueses, a excepção do norte, compreendem melhor o castelhano do que o galego, que não conseguem identificar.

    • Carmen diz:

      ” mil anos de separação fizeram do português uma língua com personalidade própria, emparentada com o galego, mas diferente.”

      Isto apresentado desta maneira até parece verdade.

      Só que não houve separação.

      Houve a ocupação da Galiza pelos castelhanos com a troca dos funcionários públicos galegos por castelhanos e a proibição do idioma galego.

      O idioma galego deixou de ser escrito e falado só em casa.

      Por isso chegou aos dias de hoje enfermo mas não morto.

      O galego se fala muito mal na Galiza e há mil formas de o escrever. Tudo porque o galego está crioulizado pela colonização castelhana.

      Uma língua enferma pelo efeito da colonização não é um novo idioma.

      Sejamos sérios.

      O galego limpo da colonização é Português.

  61. amarcelo999 diz:

    Na súa constitución xenética os galegos son 75% descendentes de lusitanos segundo un estudo científico recente dunha universidade norteamericana.

    Os lusitanos eram um povo ibero, não celta. A raiz dos galegos é celta, não lusitana. A antiga Lusitánia abrangia a Estremadura espanhola, a Estremadura portuguesa, o Alentejo e parte das Beiras.

    • Soares diz:

      A história do espaço onde hoje é a Galiza e Portugal não começou quando foram coquistados pelos romanos e estes dividiram para “reinar” a civilização Celta castreja em duas províncias a Lusitânia e a Galécia.

      Antes dos romanos chegarem o idioma que se falava nos actuais territórios da Astúrias, Galiza, Portugal e Extremadura era o LUSITANO ANTIGO.

      Os Lusitanos era uma tribo maioritária nesses territórios a sua origem era de celtas dos Alpes Suíços, foi a primeira tribo celta nos territórios. Mais tarde vieram outras tribos Celtas. Viviam todos numa espécie de famílias federadas.

      O idioma Galego nasce da fusão do Lusitano antigo com o Latim comum.

      De onde naceu o nome GALEGO?
      Antes da romanización o idioma falado na Galiza, Portugal, Extremadura e Asturias era o idioma lusitano antigo nacido na cultura Celta Castrexa que existiu desde 2.000 anos Antes de Cristo na qual os Lusitanos eran a maior tribo. Portugueses e galegos teñen o mesmo sangue nun pasado de máis de 2.000 anos sen fronteiras vivindo na cultura Celta Castrexa. Os nosos pais son maioritariamente lusitanos aínda que só os portugueses o digan para se demarcar dos casteláns e afirmar a nacionalidade. No idioma Lusitano Celtas escribíase Calls. Cando chegaran os romanos a pronuncia da letra “C” pasou a ser “G”. Da fusión do Lusitano co latin naceu o idioma galego. Xa despois da romanización en galego os Celtas de cultura Castrexa pasaran a chamarse entre si Galls. Ao conxunto de todas as tribos Celtas Castrexas , os Celtas pasaran a chamar GALLS. Desta palabra naceu a palabra GALEGO. O significado da palabra galego é idioma dos Celtas de cultura Castrexa tras a romanización ou home Celta Castrexo romanizado. Para información complementar a palabra “Portugal” é constituída por “Portu” que para os Celtras Castrexos significaba lugar ou local e por “Gal” que significaba galegos. Polo tanto Portugal na época en que o nome naceu significaba local onde viven galegos. A propia cidade do Porto que na época se chamaba “Portus cal” o nome quería dicir que naquel local había unha cidade de galegos. De fronte á cidade do Porto fica a cidade de Gaia quería dicir un conxunto de familias galegas.

  62. António diz:

    Son castellano, mas hasta hoy no entiendo porque el Estado español no acaba con la “colonización”.
    Los gallegos no son inferiores a mí. Tienen el derecho de mandar en su tierra.
    Será que no podíamos vivir todos bien como vecinos?
    El Estado español por mantener un régimen de relación colonial, degrada las relaciones entre pueblos. Cualquier día sólo restará el odio.

  63. Dany diz:

    Eu até comprendo que para sermos cultos e integrados na nosa civilización temos que recuperar o idioma nativo e escrito na norma universal. Porén penso que era bo de máis porque é moi difícil nun ambiente político de dominio castelán. Se non existisen 250 millóns de persoas no mundo a escribir galego correcto o Estado español non se preocupaba, mais así ten receio que a Galiza a través do idioma gañe notoriedade internacional con perdas políticas para España.

  64. Xana diz:

    Como pode haber xente que o século XXI teña mentalidade colonial?

    O colonialismo xa non é aceptábel en parte ningunha do mundo. É con esa mentalidade que queren vivir na Galiza?

    Hai comentarios colonialista intolerábeis mesmo tendo en conta que foron educados nun Estado colonial.

    A imposição do castelán na Galiza foi un crime secular. Non pode continuar. Os galegos teñen o dereito á súa identidade como calquera pobo do mundo.

    Porque non deixan os galegos en paz e van para a vosa terra?

    A Galiza é para os galegos e para todos aqueles que nos respecten.

  65. Xoan diz:

    A posición radical dos colonialistas españolistas está a contribuír para o aumento dos simpatizante por un ESTADO GALEGO.

    É ridículo os colonizadores con todo o poder colonial quereren pasar por cordeiros vítimas dos colonizados!

  66. amarcelo999 diz:

    «Já que estás tão certo porque Espanha não faz o referendo para calar a boca aos independentistas???????

    Deixa-te de ideias colonialistas que não são aceites no século XXI. Ninguém gosta de ser colonizado.»

    Não adiantava nada. No Quebeque fizeram dois referendos e os nacionalistas francófonos não aceitaram os resultados e ainda hoje continuam a pedir indefinidamente. O chamado direito de autodeterminação não abrange os estados nacionais existentes e consolidados após vários séculos de existência. A Galiza não é uma colónia situada a milhares de quilómetros de Madrid. Fez parte da Hispânia Romana e passado um período de dois séculos fez parte dos Reinos de Leão, de Castela e finalmente de Espanha. Falar em colonialismos é pura tolice.

    Os lusitanos eram celtíberos, e segundo os puristas do celtismo, hoje em dia são «mestiços» de mouros e de iberos.

  67. Carmen diz:

    En crioulo:

    Nun país colonizado existe sempre 3 tipos de poboación: 1 os Naturais, 2 os Mestizos e 3 os Colonizadores. A Galiza non é diferente. Do punto de vista lingüístico os Naturais son os Reintegracionistas, porque queren recuperar as súas orixes actualizadas limpas da colonización. Os Mestizos son os Isolacionistas (RAG) porque defenden o idioma orixinal con crioulización co idioma colonial. Os Colonizadores son aqueles que defenden o mantemento do idioma colonial. Non se pode ser máis obxectivo nesta cuestión do idioma galego na Galiza. E vostede considérase Natural da Galiza, Mestizo ou Colono? Hai moitos que defenden os mestizos por mera ignorância!

    Em Galego nativo actualizado:

    Num país colonizado existe sempre 3 tipos de população: 1 os Naturais, 2 os Mestiços e 3 os Colonizadores. A Galiza não é execpção. Do ponto de vista linguístico os Naturais são os Reintegracionistas, porque querem recuperar as suas origens actualizadas limpas da colonização. Os Mestiços são os Isolacionistas porque defendem o idioma original com crioulização com o idioma colonial. Os Colonizadores são aqueles que defendem a manutenção do idioma colonial. Não se pode ser mais objectivo nesta questão do idioma galego na Galiza. E você considera-se Natural da Galiza, Mestiço ou colono? Há muitos que defendem os mestiços por mera ignorância!

  68. amarcelo999 diz:

    E a que categoria pertencemos aqueles que falamos uma língua românica em vez de ibero, celta ou Neanderthal? Mestiços, nativos, colonizados ou otários?

    Chega já de sonhar com ideias de pátrias ultrapassadas e anacrónicas!

  69. Xoan diz:

    Acértasche en cheo Carmen a colonización na Galiza só non existe para os casteláns ou seus descendentes porque non é en Castela que se está a impor un idioma estraño.

    Se obrigasen os casteláns en Castela a teren que falar nos idiomas dos países que ocupan aí xa todos concordaban ser colonialismo.

    Son obrigado a escribir castelán ou crioulo. Optei polo crioulo, mais sei que o idioma lexítimo da Galiza é o galego internacionalmente coñecido como portugués por ser o idioma de Portugal que é un Estado independente que proxectou o galego no mundo.

  70. Xosé Fonseca diz:

    In Europe there is one of the last colonies in the world.

    Your people are gagged.

    Its language is prohibited.

    The occupying military police shoot on the people.

    The service information occupant stigmatize the victims.

    Censorship not let these crimes are known abroad.

    Falsifying results of consultations to convince the people that most like to be colonized

    The nation can not use the victim’s name in the native language. It is required to be written in the colonial language.

    The victim is called GALIZA.

    The criminal is called the Spanish State

  71. amarcelo999 diz:

    O governo nacional-socialista galego proibia o emprego do espanhol. Baniu o ensino em castelhano das áulas galegas e perseguia aqueles alunos que continuavam a falar castelhano dentro e fora das áulas.

    A maioria da população galega, que se sente espanhola e não comunga com essas rodas de moinho votou nass últimas eleições regionais em partidos espanholistas e derrubou esse governo separatista, corrupto e anti-espanhol.

    Os independentistas, mais uma vez tiraram a máscara e não reconheceram esses resultados eleitorais e acusam a administração de fraude eleitoral.

    A Galiza é e será espanhola, pese a quem pesar.

    VIVA ESPANHA!
    VIVA A GALIZA!

    • Xoan diz:

      Coa minoría del 17% (incluíndo colonos) dos votos do electores como tivo o PP, non se ten lexitimidade para fabricar un crioulo e impor aos 83% dos electores.

      Os 30% que non colaboraran co réxime colonial e os 53% que votaran en ideas opostas ao PP non poden ser croulizados polo minoritario Feijoo só porque o réxime colonial ditou as regras.

      Estamos perante un goberno de xestión, porque non ten representatividade suficiente para mudar o idioma.

      Cando temos un Presidente a través do voto directo de todos os galegos?

  72. Guillermo diz:

    Até o idioma galego ser prohibido na Galiza polo colonialismo castelán non había ningunha diferenza entre o galego que se falaba e escribía en Portugal e na Galiza.
    Non sería lóxico que tras o levantamento da prohibición imposto pola Unión Europea a España volvese a ser o mesmo?
    Claro que si. Porén a España a través da RAG está a fabricar un crioulo de galego con castelán para nos illar no mundo cun dialecto sen futuro que morrerá naturalmente. Impóndose a superioridade do castelán, perpetuando a colonización lingüística da Galiza.
    É que galego é portugués e vice versa como castelán é español. España non quere que recuperemos o noso certo idioma porque este é un dos máis importantes do mundo e proxectaba a Galiza na política internacional tirando algún espazo á propia España.
    O noso idioma é falado por máis de 250 millóns de irmáns da fala sendo oficial en varios países do mundo. É oficial tamén nos principais organismos internacionais. Todos en que o castelán é e noutros onde o castelán non é.

  73. Gomez diz:

    Os ultras son os colonialistas españolistas que non teñen vergoña na cara de en pleno século XXI viren defender ideas racistas.

    Queren a superioridade do castelán.

    Ese tempo xa acabou.

    No mundo moderno todos os seres humanos teñen o mesmo dereito.

    Se os casteláns teñen o dereito de viviren dentro da cultura e idioma castelán na vosa terra nós os galegos tamén temos o dereito de vivir na nosa cultura e idioma no noso país.

    Na Galiza son recibidos ben pobos de todas as nacionalidades, mais non poden os de nacionalidade castelá queren impornos o voso idioma e cultura en noso país.

    A Galiza é unha Nación ocupada ou libre e a España é unha Jugoslávia que dun momento para o outro se desfai.

    España non é unha Nación.

    É algo de artificial creado coa ocupación de varias Nacións.

    Os colonialistas que teñan vergoña dos crimes contra a humanidade xa practicados .

    Non queiran continuar a ser criminosos contra outros pobos que só queren ter o mesmo dereito que vós.

  74. Jose diz:

    Mapa lingüístico a partir do ano 1000 coa reconquista cristiá. O galego/portugués ten a seguinte evolução:

    Ano 1000: Con a reconquista cristiá a través do xefe asturiano de orixe lusitana D. Afonso e é formado o Reino da Galiza.

    Anos 1050 e 1100 o Reino da Galiza crece expandindo o idioma máis a sur.

    Ano 1150 coa independencia de Portugal o galego comeza a ser chamado galego-portugués e a través dos portugueses extende-se máis a sur.

    Do ano de 1150 a 1300 os portugueses reconquistam todos os territorios até ao extremo sur expandindo aínda máis o idioma Galego/portugués.

    Do ano 1300 a 1600 o Galego/portugués é o único idioma falado e escrito na Galiza e en Portugal.

    Ao redor do ano 1600 o idioma castelán infiltra-se un pouco na Galiza e en Portugal debido á morte do Rei de Portugal D. Fernando sen deixar fillo varón e o Rei de Castela D. Filipe II ser casado coa filla do Rei portugués e por iso herdar o trono de Portugal na condición de manter un sistema de dous reinos co mesmo Rei. D. Filipe III respectou o sistema de dous reinos independentes co mesmo Rei. Até que D. Filipe IV quixo integrar o Reino de Portugal. En funsão diso os portugueses se revoltaran e expulsaran todo o que era castelán do país e aclamaran un Rei portugués.

    No ano de 1700 coa expulsión dos casteláns de Portugal a infiltracion do idioma castelán estaba eliminada, mais mantíñase na Galiza até aos días de hoxe unha vez que no ano 1700 os casteláns só foron expulsados de Portugal mais non da Galiza. O idioma galego/portugués na Galiza veu despois a ser prohibido e a sufrir gran presión colonizadora, resistindo até hoxe aínda que con enfermidades propias de quen durante 3 séculos non pode ser usado na terra en que naceu. Hoxe por motivos políticos que visa a súa extinción e da identidade galega hai unha tentativa de crioulizacion a través da RAG.

    Vexa: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/gl/4/4d/Linguistic_map_Southwestern_Europe.gif

  75. luiz diz:

    O pá eu acho que vocês ou vós, tanto faz, têm muita agressividade, sejam felizes!.
    Não entro na vossa discusão.

    Eu deixo aqui unicamente uma ligação a um sítio web que se calhar serve para oferecer uma visão da língua da Galiza diferente a que sai na imprensa espanhola.
    Passem /ai bem !

    http://www.linguagz.blogspot.com

  76. Fernandes diz:

    Para: luiz

    Este teu sitio: http://www.linguagz.blogspot.com

    É muito mais agressivo do que todos os comentários!

    Estás a brincar quando afirmas que nós comentaristas temos muita agressividade…..

  77. luiz diz:

    Para Fernandes:
    Desculpe se as opiniões desenvolvidas no sitio linguagz.blogspot.com parecem agressivas. A intenção desse sítio é oferecer informação às vezes difícil de localizar na web

    Mesmo gostava de que me enviasse em privado aquelas que considera estão erradas ou deveria modificar.

    Eu referia-me e refero-me ao “tom” deste fio de conversa não à tomada de posição ou ideias concretas de cada pessoa.

    Eu costumo respeitar as posições quando argumentadas.
    saudações
    luiz

  78. Cristophoro Colombo diz:

    Viva o 12 de outubro!

  79. Artur diz:

    Esse site http://www.linguagz.blogspot.com
    Tem o mapa que explica a causa da “guerra” linguística que existe na Galiza.
    Onde frequentemente autocarros vindos de Madrid e de outras partes de Espanha chegam à Galiza para fazerem manifestações contra os galegos e idioma galego.
    Estes espanhóis anti-galegos apoiados por uma minoria local, mas com o apoio de polícia e exército espanhol conseguem manter a colonização secular sobre o povo galego.
    Isto com um controlo sobre a comunicação social.
    A censura é tão grande que em Portugal não é sequer notícia.
    Os espanhóis andam aos tiros contra galegos desarmados só porque dizem que querem falar em galego.
    Na Galiza falar galego é crime.
    Muitos galegos estão presos por falarem galego.
    Isto para não dizer que os galegos querem recuperar a ortografia galega que é o português actual.
    Pelo contrário o Estado espanhol ao ser obrigado pela UE a reconhecer o galego em vez de o fazer está a inventar um crioulo que é escrever galego nas normas gráficas castelhanas e não galegas.
    A cobardia dos deputados portugueses na UE é vergonhosa, deixando crioulizar a escrita do nosso idioma a norte do Minho.

  80. Artur diz:

    Veja o que é censurado e não passa nas televisões Portuguesas:
    http://fr.truveo.com/contramanifesta%C3%A7om-em-defesa-da-l%C3%ADngua-12/id/3664551412

    http://fr.truveo.com/contramanifesta%C3%A7om-em-defesa-da-l%C3%ADngua-22/id/416936223

    http://fr.truveo.com/defender-a-l%C3%ADngua-nom-%C3%A9-delito-cr%C3%B3nica-do-8f-22/id/781326215

    http://fr.truveo.com/contramanifesta%C3%A7om-em-defesa-da-l%C3%ADngua-anti/id/417389096

    Os bascos optaram pela luta armada. Na Galiza é o Estado espanhol que luta armado contra civis pacíficos. A própria polícia espanhola fardada e armada participa nas manifestações contra os galegos. Um acto no mínimo de indisciplina. A Galiza é uma Nação colonizada em pleno século XXI na Europa chamada de democrática e 1º mundo!!! Esta é uma realidade indesmentível.

  81. Artur diz:

    Mais de 100.000 pessoas segundo os organizadores e 50.000 segundo o Estado espanhol estiveram reunidas na defesa do idioma galego/português na Galiza hoje em Santiago de Compostela:

  82. Xosé diz:

    Porque ser galego na Galiza é crime?

    En Francia pódese ser francés.

    En Italia italiano, en Inglaterra inglés, en Portugal portugués e en Madrid español.

    Só na Galiza é que non se pode ser galego., Mais porquê????

  83. Délia diz:

    Literariamente non hai español nin portugués. Hai castelán e galego. O castelán é coñecido por español por ser un idioma dun estado independente como o galego é coñecido por portugués por ser o idioma dunha parte dos galegos que crearon un estado independente. O colonialismo españolista tenta roubarnos o galego lexítimo e tirando partido da represión secular lingüística na Galiza nos quere vender un dialecto de galego mesturado con castelán escrito en normas gráficas castelás e non galegas. Saben porque? Porque o idioma galego é un dos máis importantes nas organizacións internacionais e é falado en todos os continentes por máis de 270 millóns de persoas en 9 Estados independentes e en partes da China, India, Indonesia, Malaisia etc… Co certo galego escrito na norma internacional e non na castelá a Galiza tiña un grande destaque na política internacional. España non quere. É por unha cuestión política contra os reais intereses da Galiza que nos están roubando parte da nosa identidade de galegos e nos transformando en galegocastellans ou galícios. O motivo político é reforzado porque co galego escrito na norma universal todos nós podiamos evolucionar como galegos esquecendo o castelán por termos todo no noso idioma no ensino, na economía e en todo en xeral. Os españolistas quérenos dependentes do castelán.

  84. Eduardo Louro diz:

    Espero sinceramente que um dia a Portugaliza seja uma realidade. Sou um Português a dizê-lo. O afastamento linguístico, após séculos de separação, cavou um enorme buraco cultural, filósofo e económico. Mas não conseguiu apagar as raízes comuns de que temos!
    Lembrem-se: Espanha tentou unificar sempre pela força! Portugal nasceu de tentativas frustradas dessa mesma unificação. Galiza, Catalunha, País Basco e até Navarra foram anexadas! Pela força! Ainda hoje essa força está (bem) presente! Infelizmente, os nossos sucessivos Governos Portugueses não são corajosos em aceitar, pelo menos, que sejam visionadas imagens de TV em que os Galegos são massacrados pelos Castelhanos de Madrid! Agora fica aqui uma pergunta: quem é mais radical? Castelhanos ou Galegos? Quem invadiu quem? E a língua comum? Será que agora seríamos todos Franceses, uma vez que foi o Conde Dom Henrique de Borgonne, num acaso histórico-religioso, que recebeu o Condado Portucalense, como recompensa na luta contra os Exércitos Maometanos? Ou ainda mais disparatado: seremos todos descendentes Muçulmanos? Mas que raio de complexo SEMPRE ESTEVE PRESENTE NA CABEÇA CASTELHANA????
    Eu sou do Centro de Portugal, perto da ex-capital da Lusitânia. E cá temos um orgulho imenso em termos sido as raízes do atual País! E esse País prolonga-se até A Corunha, passando por Compostela e por Lugo!
    Mas eu já ficaria muito satisfeito em que um dia no futuro, a Galiza, Extremadura e Portugal, falassem todos a mesma língua-mãe: o Portugalego. Ou o ex-Lusitano. Não há ressentimentos para os Castelhanos: apenas se faça justiça histórica.
    Viva Galiza livre!
    Viva Portugal e a sua imensa Lusofonia Mundial!
    Eduardo Louro

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