Ontem, dia 23 de Maio estive na escola do Cerco. Sala composta. Falou-se sobre software livre e no Plano Tecnológico da Educação, que está em curso e vai provocar uma acentuada mudança nas práticas lectivas, exigindo novas competências/saberes, um novo perfil dos professores. (…)
Público interessado e atento. Defendemos os serviços centralizados de alojamento de páginas/serviços web. Cada um deve fazer aquilo para que está vocacionado! A escola não é um ISP. Não tem que ter as suas funções, para além de não reunir agora nem no futuro condições mínimas para tal (não esquecer, entre outras razões, tanto ou mais importantes, a velocidade de upload, falando de conectividade).
Informámos que na disciplina ITIC (9.º Ano) não se aconselha a adopção de qualquer manual e explicou-se porquê.
DEfendemos que a escola tem o dever de mostrar o software que existe para que os alunos sejam capazes de escolher o que mais serve os seus interesses, a cada momento, de forma racional e sem cegueiras.
Os professores perguntaram para quando software administrativo para as escolas, livre. O pago, afirmam, é um sorvedouro de verbas.
Necessidades especiais. Queixas recorrentes de que o software é proprietário e muito caro! Quem conhece free e o indica? Aqui fica desde já um directório. Braille virtual.
Foi assim na Escola do Cerco, ontem.